O planejamento de redes sociais é a primeira etapa para a construção de um bom conteúdo. Ou melhor, é uma premissa para se criar bons conteúdos.
Sem entender quem é o seu público, como ele se comporta, quais canais usa, o que ele leva em conta para decidir comprar seu produto ou serviço é praticamente impossível criar conteúdos que funcionem pra ele.
Justamente por isso, não utilizar o máximo de inteligência nessa etapa pode comprometer a estratégia como um todo.
Agora, vou te guiar pelas cinco principais etapas da produção de um planejamento estratégico para redes sociais com base em dados e em minha experiência de 20 anos com planejamento de marketing.
O que é planejamento de redes sociais?
O planejamento de redes sociais é a estruturação de informações e estratégias para chegar a um ou mais objetivos. Entre essas informações estão: jornada de compra, persona, objetivos, editorias, formatos, canais, frequência e ferramentas.
Um bom planejamento de redes sociais funciona como um mapa ou roteiro que mostra o que deve ser feito, para quem, como e com que frequência. A ideia é garantir que tudo esteja alinhado com os objetivos maiores da marca.
Como fazer um planejamento de redes sociais?
Agora que você já sabe o que é o planejamento de redes sociais e sua importância, é hora de entender e traçar alguns pontos que irão te guiar nesse processo.
Dividi as etapas do planejamento em 5 passos, com foco em te ajudar a tornar seu conteúdo mais estratégico.
1. Construa e analise suas personas
Um dos mais importantes elementos do planejamento é a buyer persona. Trata-se de um personagem fictício que representa o cliente ideal da marca.
Aqui na mLabs, possuímos nossa própria persona. Um gerente de marketing seria um bom alvo para nós, concorda? Afinal, ele tem contato com a gestão de redes sociais e é um tomador de decisões.
Mas, para elaborar a documentação completa, somente o cargo não é suficiente, compreender seus hábitos e perfil psicológico também é valioso.
Para traçar o perfil da persona com maior precisão, você pode utilizar algumas ferramentas:
Mapa de empatia
O mapa da empatia é uma ferramenta no formato Canvas que, por meio de perguntas, te guia para a definição do que o cliente ideal sente, escuta, vê, fala, faz e quais são suas dores e objetivos.
Trouxemos o mapa de forma completa com as perguntas que devem ser feitas em cada quadrante:

Also Asked
A ferramenta Also Asked é baseada nas perguntas feitas no Google e te dá uma árvore de questões relacionadas a sua marca, produto ou serviço.
Com ela, você é capaz de ir mais a fundo no que a sua persona está buscando, suas dúvidas e preocupações.
A plataforma oferece três pesquisas gratuitas e conta com planos com preços a partir de $12 dólares/mês.

2. Entenda a jornada de compra do produto/serviço
Depois de traçar e analisar sua persona, é necessário entender a jornada de compra do produto/serviço.
Ou seja: como um cliente potencial tem contato com a marca e produto, como ele passa a considerar a compra, quais objeções precisa vencer, quais fatores influenciam sua decisão de compra e, claro, como ele converte em cliente.
Indo além disso, é preciso entender o que torna a experiência desse cliente positiva ao ponto dele se tornar um promotor da marca?
Para isso, vamos utilizar a Jornada Unbound Marketing, metodologia que aplicamos na mLabs.
Jornada Unbound Marketing
O Inbound Marketing é uma metodologia que mistura Inbound e Outbound para conseguir melhores resultados.
Nessa metodologia, seguimos a teoria ZMOT e tem um modelo de táticas que leva o cliente em uma jornada de compra. Também é fundamental considerar o storytelling e técnicas de neuromarketing para criar conteúdo de qualidade.
Vamos explicar sobre as cinco etapas da Jornada Unbound, vem comigo:
Descoberta
A etapa de descoberta da Jornada Unbound busca gerar alcance nos canais utilizados pela marca para que mais pessoas a conheça.
O foco é gerar identificação por parte do público e, para isso, normalmente utilizamos canais com chances de alcançar pessoas que nunca tiveram contato antes com o negócio, por exemplo: Reels, TikTok, Shorts e blog posts.
Consideração
Na etapa de consideração, existe a necessidade de gerar encantamento para que a persona entenda que a marca, o produto ou o serviço é o que ela precisa para solucionar seu problema ou desejo.
As editorias que podem ser trabalhadas nesse momento da jornada são focadas nos seguintes formatos: Feed, YouTube e Stories.
Conversão
Para trabalhar a conversão, é necessário deixar claro e validar os atributos que farão com que a persona perceba valor e confie na qualidade no produto/serviço divulgado.
A comprovação social, depoimentos e trabalho com influenciadores é um ótimo meio de convencer o público da qualidade do que a marca entrega.
Experiência própria
A experiência própria está muito conectada ao pós-venda e tem papel importante para que a persona, que nesse momento já se tornou cliente, continue se envolvendo com a marca.
Nessa etapa, é importante estabelecer educação sobre a marca, gerar senso de comunidade e exclusividade.
Experiência compartilhada
Na experiência compartilhada, o seu cliente se torna um promotor, indicando seu produto/serviço para gerar conteúdo e promover sua marca por meio dos canais digitais.
Dessa forma, essa etapa gera um novo estímulo em sua rede de contatos, tornando toda a jornada uma espécie de bumerangue.
Ao chegar no fim da jornada de compra, o cliente se torna um dos propulsores para que o seu negócio alcance mais gente e o processo todo se repita.

3. Defina os objetivos de acordo com as etapas da jornada
Como já falamos anteriormente, a jornada de compra é necessária para dar o norte que o planejamento precisa. Ao construí-la, você é capaz de criar conteúdo mais estratégico.
E parte dessa construção é a definição dos objetivos do seu conteúdo de acordo com as etapas da jornada.
- Etapa de descoberta: gerar identificação;
- Etapa de consideração: gerar encantamento;
- Etapa de conversão: convencer o consumidor;
- Etapa de experiência própria: educar sobre a marca/produto;
- Etapa de experiência compartilhada: inspirar os consumidores.
Com o objetivo de cada etapa em mente, aprofunde-se neles de acordo com o contexto da marca e pontue os objetivos que façam sentido para o seu planejamento.
4. Defina as editorias, formatos de conteúdo e frequência
Depois de reunir todas as informações relevantes da sua persona, é o momento de definir as editorias levando em conta as linhas editoriais e formatos de conteúdo.
Além disso, considerar também a frequência e os canais de distribuição. Bora lá?
Linhas Editoriais (3H’s)
Independente da estratégia que você usar para definir suas editorias, é importante considerar a lei de Pareto 80-20: abordar 80% do tempo sobre o que você sabe e 20% sobre o que você vende.
Além de seguir essa regra, na mLabs usamos a estratégia dos 3H`s (Help, Hub e Hero) para definir o tema das nossas publicações nas redes.
Vamos explicar cada uma delas pra você aplicar no seu planejamento!
Help
O conteúdo do tipo HELP é classificado como aquele do tipo ‘’buscador”. Ou seja, é destinado a quem busca por uma informação ou solução para determinado problema.
São conteúdos criados para pessoas que estão com um problema e, às vezes, nem sequer sabe de sua existência. Por isso, é uma editoria focada na etapa de descoberta da jornada de compra.
Hub
O conteúdo tipo HUB é aquele que possui uma maior relevância, são as postagens que trazem uma certa identificação, novidade e reforço de marca.
O objetivo é intensificar a experiência da persona com a marca, tirando ela do topo do funil e levando ao meio.
Alguns pontos devem ser levados em consideração para criar conteúdo do tipo hub, como a busca pelo engajamento, interação e proximidade.
Hero
O significado da palavra HERO em inglês é Herói, você já está imaginando o poder desse conteúdo, não é?
Ele vem com essa proposta de causar impacto e gerar confiança. Por isso, precisa ser inspirador, exclusivo, emocionante e cativante!
São os conteúdos como: depoimentos, fotos de clientes usando produtos, cases da marca, explicações exclusicas para clientes de como funciona o produto/serviço, soluções que oferece e vídeos demonstrativos de alto impacto.
Formatos de conteúdos
Chegou a hora de definir quais formatos você trará para o planejamento.
A nossa dica é diversificar e sempre fazer testes para descobrir o que performa melhor com o público da marca.
Texto
Os formatos em textos são normalmente muito utilizados para legendas, artigos ou tweets.
Produzir um conteúdo estratégico somente com palavras é um desafio, mas vale ter em mente que: a mensagem precisa estar clara, a linguagem tem que obedecer aos atributos de marca, é necessário sempre ter um objetivo claro para o texto e utilizar CTA (chamadas para ação).
Vídeos curtos
Dados sobre o desempenho nas redes mostram que o engajamento médio de posts no TikTok chega a 5,3%, e que Instagram Reels gera cerca de 35% mais engajamento do que vídeos tradicionais, números que refletem como vídeos curtos interagem melhor com usuários.
E não pense que esse formato está sendo popular somente entre os jovens, a realidade é bem diferente.
Outra pesquisa realizada pela GWI, afirma que os vídeos curtos já são os mais assistidos em todas as gerações. Ou seja, todo mundo está consumindo esse formato!

Infográfico
O infográfico é um ótimo formato para informar e educar.
Com esse tipo de conteúdo é possível explorar uma comunicação de forma mais objetiva, por isso, normalmente é utilizado para demonstrações sobre dados e listas.
O importante é ser criativo e trazer informações que agreguem valor e chame atenção da sua persona. Claro, levando em conta os seus objetivos.
Na mLabs, sempre exploramos conteúdo em infográfico e sempre nos dá bons resultados.
Stories
O Instagram Stories se tornou, ao longo dos anos, uma das ferramentas preferidas pelas marcas no marketing digital.
Bom, não é por acaso: os Stories também são os queridinhos dos usuários no Instagram! E os números demonstram o seu poder:
- Mais de 500 milhões de contas usam o Instagram Stories todos os dias (fonte: Cropink);
- 42% dos usuários do Instagram acessam os Stories diariamente;
- 67% dos usuários engajam com Stories que incluem link, o que indica que os Stories não servem apenas para visualização, mas também para gerar ações e tráfego para sites ou ofertas de marcas.
No Instagram, é possível criar com ferramentas que permitem diversidade e criações dinâmicas, como: boomerang, layout, superzoom, filtros, hyperlapse, stikers, menções, textos, emojis, hashtags, enquetes, perguntas, sua vez, gifs, etc.
As ferramentas dos Stories se destacam muito pela conexão que gera com o público. E falando em conexão, o story é, principalmente, um formato que gera HUMANIZAÇÃO de marca, então aposte em fotos e vídeos de pessoas reais, que fortaleçam o posicionamento.
Podcast
Um dos maiores formatos da atualidade, o Podcast foi adotado por muitos creators de 2020 para cá.
Mas o que o público está pensando sobre isso? De acordo com a pesquisa Relatório Digital 2025, 38,8% dos brasileiros com 16 anos ou mais escutam podcasts semanalmente.
O interesse do público por esse formato é real e implementar essa demanda no planejamento é, sem dúvidas, uma tacada de mestre.
Falando nisso, nós da mLabs criamos o nosso Podcast: “Papo Social Media”, que está disponível no Spotify e YouTube.
Nele, eu e Barbara Duarte, Coordenadora de Social Media da mLabs, batemos um papo sobre os assuntos que envolvem esse universo das mídias sociais. Se quiser dar uma conferida nos episódios disponíveis, só clicar aqui!
5. Garanta a frequência ideal
A frequência é um dos fatores mais importantes quando se fala em conversão pelas redes sociais. Isso porque ela é determinante para a lembrança de marca pelo cliente potencial e consequentemente para o resultado.
Veja o que pesquisas recentes mostram sobre a relação entre tamanho do perfil e a frequência necessária de postagens:
Em todas as aulas ou palestras que eu dou, sempre digo que a melhor frequência orgânica de postagem no Instagram é a frequência que você pode manter consistentemente.
Pensando nisso, a determinação da frequência de postagens do perfil, precisa ser feita de acordo com a capacidade que a marca possui de produção e investimento, atrelado com a constância.
Além disso, é importante lembrar que a frequência não é determinada somente pelas postagens diferentes em uma mesma rede social, mas pelo impacto que você pode gerar de diferentes formas.
Para definir a frequência, pense em como atingir o seu público em diferentes formatos e mídias sociais, levando em conta as plataformas disponíveis que fazem sentido com o seu público.
Como fazer análise de concorrência para o plano de redes sociais?
A análise de concorrência para planejamento de conteúdo nas redes sociais é um processo de observar, comparar e aprender com as ações de outras marcas que disputam a atenção do mesmo público que você.
Por exemplo, talvez seus concorrentes invistam principalmente em fotos de produtos, e poucos usem Reels, e isso pode ser sua vantagem competitiva.
A análise ajuda a descobrir esses espaços em branco no mercado e criar conteúdos que realmente façam sua marca se destacar.
Um bom ponto de partida é comparar os seus 5 melhores posts com os 5 melhores posts dos seus concorrentes. Pergunte-se: O que há de diferente? É o formato? Vídeo em vez de imagem? É o gancho nos primeiros segundos? O tema? A estrutura da legenda?
Essa observação revela padrões de performance. Você começa a perceber o que realmente ativa o público: mais comentários, mais compartilhamentos, mais salvamentos.
Mas a análise não olha apenas para os acertos. Os piores posts dos concorrentes também dizem muito. Se determinado conteúdo teve baixo engajamento ou pouca repercussão, vale investigar o motivo.
Talvez o tema não conecte com a audiência, o formato não prenda atenção ou a mensagem esteja desalinhada com o momento do mercado. Se algo flopou com eles, existe uma probabilidade real de também flopar com você.
Para aprofundar esse processo, uma das principais funcionalidades da mLabs é a análise de concorrentes. Com ela, você compara o desempenho do seu perfil com o de outras marcas para obter dados sobre engajamento, melhores posts, formatos mais eficazes e frequência de publicações.

Você consegue identificar padrões de conteúdo que funcionam no setor, como horários que geram mais interações, temas que despertam maior interesse ou formatos (como Reels, carrosséis ou fotos) que alcançam melhores resultados.
Quer fazer um teste grátis? Cadastre até 2 concorrentes na mLabs agora e acompanhe de perto o desempenho deles no Instagram.
Quais ferramentas utilizar para executar o planejamento de redes sociais?
Chegou até aqui e agora está pensando: “como produzir tudo isso?”.
As ferramentas podem muitas vezes quebrar um galho na hora de criar conteúdo, organizar e até mesmo fazer a gestão. Vamos dar algumas dicas que vão facilitar a sua vida.
Canva
O canva é uma plataforma de design muito fácil e intuitiva. Ela é perfeita para a construção de posts para redes sociais, com diversos formatos, templates prontos e elementos visuais animados.
A ferramenta está disponível na versão pró e gratuita.
Trello
O Trello transforma a gestão de projetos em quadros visuais e flexíveis composto por “cards”, com todos os prazos, tarefas e responsáveis.
Totalmente personalizável e em português, a ferramenta é gratuita, mas possui a versão pró que oferece alguns benefícios a mais, como a integração com outras plataformas, anexos maiores e suporte
mLabs
Nós também somos uma grande plataforma que não está aqui apenas para te ensinar a fazer o planejamento. Na mLabs, você consegue lidar com a execução de todas as etapas do que você criou por aí.
Aqui na mLabs, nós temos diversas funções que te ajudam a:
- Programar postagens para diversas mídias;
- Gerenciar interações do feed do Facebook e Instagram;
- Acompanhar e gerar relatórios personalizáveis para redes sociais;
- Impulsionar posts para Facebook e Instagram;
- Workflow para etapas de criações e gestão de tarefas.
Além das funções disponíveis em desktop, também estamos em versão APP em que você pode agendar posts e acompanhar o calendário! Demais né?
Quais são as melhores métricas para o planejamento?
Confira abaixo os principais tipos de métricas que precisam estar no seu planejamento antes de publicar o próximo post.
Métricas de descoberta
As métricas de descoberta mostram quem está vendo o seu conteúdo e quão longe ele está chegando. Elas estão mais associadas ao topo do funil, quando o objetivo é aumentar a visibilidade da marca ou alcançar novas pessoas.
As mais importantes incluem:
- Alcance, que mede o número de pessoas únicas que viram seu conteúdo;
- Impressões: quantas vezes seu conteúdo foi exibido (inclui múltiplas visualizações pela mesma pessoa);
- Crescimento de seguidores: quantas pessoas começaram a acompanhar seu perfil em um período.
Métricas de consideração
As métricas de consideração mostram o quanto as pessoas estão interagindo com o seu conteúdo depois de descobri-lo, ou seja, se o conteúdo está despertando interesse real.
Aqui entram indicadores de engajamento:
- Curtidas, comentários e compartilhamentos;
- Salvamentos e cliques no perfil;
- Tempo de visualização de vídeo em plataformas que mensuram retenção;
Métricas de conversão
As métricas de conversão mostram se sua presença nas redes está gerando ações com valor de negócio, como leads ou vendas.
Exemplos de métricas de conversão:
- Cliques em links para site ou landing pages;
- Taxa de conversão (porcentagem de pessoas que completam uma ação desejada);
- Leads gerados ou formulários preenchidos;
Métricas de retenção
Métricas de retenção mostram a capacidade da sua estratégia de manter o público engajado ao longo do tempo. Elas são especialmente importantes em estratégias de conteúdo contínuo, como séries de vídeos ou campanhas de relacionamento.
Indicadores de retenção incluem:
- Taxa de retorno de usuários (quantas pessoas interagem mais de uma vez);
- Retenção média de vídeos (quanto tempo a audiência assiste);
- Taxa de churn ou unfollow;
Esses dados revelam se as pessoas continuam interessadas no conteúdo ou se perdem interesse com o tempo, ajudando a ajustar a estratégia para melhorar fidelização.
Indicadores de performance por canal
Olhe para métricas específicas de cada canal em vez de comparar números isolados. Cada rede social tem comportamentos e algoritmos diferentes.
Veja como as métricas mais importantes mudam de acordo para cada rede social:
- No Instagram, métricas como salvamentos e comentários podem indicar profundidade de conteúdo;
- No TikTok, tempo de visualização e taxa de conclusão são sinais fortes de engajamento;
- No LinkedIn, cliques em links e comentários qualitativos frequentemente contam mais que curtidas.
[Infográfico] Modelo de planejamento (passo a passo)
Planejamento de redes sociais é a organização estratégica de informações e ações para alcançar objetivos claros com seus perfis. Confira abaixo o passo a passo!
1️. Defina sua persona
Quem é seu cliente ideal? Mapeie dores, desejos, hábitos e comportamentos.
Ferramentas:
- Mapa de Empatia
- Also Asked (perguntas reais do Google)
Sem persona, não existe conteúdo estratégico.
2️. Mapeie a jornada de compra
Entenda como o cliente: Descobre → Considera → Converte → Vive a experiência → Recomenda
Etapas da jornada:
- Descoberta (gerar identificação)
- Consideração (gerar encantamento)
- Conversão (gerar confiança)
- Experiência própria (educar e fidelizar)
- Experiência compartilhada (transformar em promotor)
O conteúdo precisa acompanhar cada fase.
3️. Defina objetivos por etapa
Cada fase da jornada tem um objetivo específico:
- Descoberta → Alcance
- Consideração → Engajamento
- Conversão → Ação
- Experiência própria → Retenção
- Experiência compartilhada → Indicação
Objetivo direciona escolha do formato e mensagem.
4️. Estruture editorias, formatos e canais
Use a lógica 80/20: 80% valor | 20% venda.
Estratégia 3H’s:
- Help (educar)
- Hub (engajar)
- Hero (impactar)
Formatos mais comuns:
- Vídeos curtos (Reels, TikTok, Shorts)
- Stories (humanização e conexão)
- Podcast (autoridade)
- Infográficos (educação objetiva)
- Texto (clareza e CTA)
Diversifique, teste e otimize.
5. Defina frequência e métricas
Frequência ideal = constância sustentável. A melhor frequência é a que você consegue manter.
Métricas por etapa:
- Descoberta → Alcance e impressões
- Consideração → Engajamento e retenção
- Conversão → Cliques e leads
- Retenção → Retorno e unfollow
- Por canal → Analise métricas específicas de cada rede
O que não é medido, não evolui.
Bônus: Analise a concorrência
Compare:
- Seus 5 melhores posts vs. os 5 melhores deles
- E também os piores posts
Pergunte: Formato? Gancho? Tema? Frequência?
Ferramentas como a mLabs ajudam a comparar desempenho, engajamento e formatos para encontrar oportunidades estratégicas.
Resultado
Seu planejamento no final deve apresentar:
- Persona definida
- Jornada mapeada
- Objetivos alinhados
- Conteúdo estruturado
- Métricas monitoradas
Gostou das dicas? Quanto mais alinhado o planejamento de redes sociais estiver à jornada do consumidor, mais consistentes serão os resultados.
Agora é hora de tirar o plano do papel! Experimente o teste gratuito da mLabs, crie sua conta e comece a executar seu planejamento.