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    Plano de marketing digital: porque marketing não é “se vira nos 30”

    Marketing Digital
    24 de outubro de 2024
    Plano de marketing digital: porque marketing não é “se vira nos 30”
    Avatar de Raphael Alves

    Por

    Raphael Alves

    Publicado em

    24 de outubro de 2024

    Sumário:

    Você já deve ter percebido como é fácil para as empresas caírem na armadilha de “vamos fazer” sem um “como vamos fazer” quando se trata de marketing na internet. A ideia de improvisar até pode parecer tentadora, mas a verdade é que, sem um bom plano de marketing digital, você acaba jogando contra si mesmo.

    O que seria da jornada dos hobbits em “O Senhor dos Anéis” se eles não tivessem um plano para destruir o Anel? Sem a estratégia do Gandalf e o trabalho em equipe, a história teria sido muito diferente.

    No mundo real, essa falta de planejamento é mais comum do que parece. Segundo um relatório da Smart Insights, apenas 17% definem claramente suas estratégias de marketing digital. Isso mesmo, a maioria está andando às cegas na internet e esperando que as coisas deem certo por sorte.

    Assim como os hobbits, as empresas precisam de um roteiro claro para guiar suas ações e alcançar seus objetivos na internet. Neste guia, vamos explicar como fazer isso do zero!

    O que é um plano de marketing digital?

    O plano de marketing digital é um conjunto de ações que descrevem como a empresa usará canais digitais para promover seus produtos e serviços.

    Ele permite centralizar todas as estratégias digitais e evitar uma bagunça de ideias soltas. Com ele, fica fácil saber o que precisa ser feito, como medir se está funcionando e quando fazer isso.

    Existe a possibilidade de um plano ser feito para toda a marca, com ações que vão ser aplicadas por tempo indeterminado nos canais digitais, e planos para campanhas específicas, como uma promoção de Black Friday ou o lançamento de um novo produto.

    Seja qual for o foco, a ideia é ter tudo bem alinhado: metas, estratégias, responsáveis e indicadores para saber se você está no caminho certo.

    Algumas informações-chave não podem faltar em um plano de marketing digital perfeito:

    • objetivos; 
    • indicadores-chave de desempenho;
    • metodologias; 
    • públicos e personas; 
    • concorrentes; 
    • canais de atuação; 
    • ferramentas; 
    • orçamento; 
    • cronogramas e prazos; 
    • responsáveis.

    Cada detalhe conta: o público que você quer impactar, as plataformas que usará e as mensagens que quer passar.

    “Ok, mas eu preciso mesmo disso?”

    Você já sabe o que é um plano de marketing digital, mas talvez ainda tenha aquela dúvida: “Será que vale mesmo a pena dedicar algumas horas (ou até dias) para elaborar um?”. 

    A resposta curta é sim, vale muito a pena! Mas vamos entender o porquê.

    Quem trabalha em pequenas empresas ou agências sabe bem como as ideias podem ficar soltas no ar. A rotina é cheia de urgências, ideias surgem de todos os lados e, de repente, você está pulando de uma ação para outra sem um rumo muito claro. 

    É normal ter mil ideias para a marca, campanhas que parecem promissoras, mas se elas não forem planejadas, o risco de desperdiçar tempo, dinheiro e energia é imenso. 

    E o que acaba acontecendo? Sua equipe cai na armadilha de estar sempre correndo atrás de algo que parece urgente, mas que não levará necessariamente ao resultado que você quer.

    O CEO e fundador da mLabs, Rafael Kiso, fala exatamente sobre isso no episódio “Planejamento, para que te quero?” do Trendcast.

    “Esse é o ponto do porquê algumas pessoas não pensam muito no planejamento: elas querem resultados imediatistas. Na prática, sem se planejar, todo mundo acaba correndo atrás do próprio rabo: não tem planejamento, mas quer resultado a curto prazo, e continua repetindo o mesmo erro”

    Rafael Kiso, CMO da mLabs

    A falta de planejamento muitas vezes é o que faz as pessoas ficarem buscando resultados sem pensar no longo prazo. Você até pode conseguir um ou outro sucesso rápido, mas se não tiver uma visão de onde quer chegar, esses resultados não vão durar.

    Um bom plano de marketing digital ajuda sua equipe a sair desse ciclo. Mesmo que o mercado mude – e a gente sabe que ele muda o tempo todo –, você tem uma base para tomar decisões com mais segurança.

    Quais são as principais estratégias digitais?

    Plano de marketing digital não é uma lista de tarefas. É uma estratégia bem pensada para aumentar a presença online de uma marca e garantir que seu público veja, se envolva com e, claro, compre o que ela oferece. 

    Para que isso funcione de verdade, existem estratégias que não podem faltar.

    Estratégias para as redes sociais

    Praticamente o coração de qualquer presença digital, as redes sociais podem contribuir com estratégias de inbound marketing, em que o foco é atrair clientes potenciais com a produção de conteúdo, ao invés de métodos tradicionais e intrusivos.

    Mas não é só sair postando memes ou fotos bonitas. Por trás das cortinas, a coisa é mais técnica. Confira algumas estratégias que podem ser usadas nas redes:

    Planejamento de conteúdo baseado em dados

    O primeiro passo é o desenvolvimento de um calendário de conteúdo, que deve ser embasado em análises de dados e comportamentos passados do público-alvo. 

    O uso de ferramentas de análise, como o Instagram Analytics ou a plataforma da mLabs, ajuda a equipe de marketing a identificar padrões de engajamento, horários de pico e tipos de conteúdo que melhor ressoam com o público.

    Social listening

    O nome “social listening” é dado ao monitoramento das redes sociais para identificar menções à marca, tendências e discussões relevantes dentro do mercado de atuação. 

    O uso de ferramentas como o Hootsuite Insights ou Brandwatch permite uma coleta dessas informações para tomar decisões e responder rapidamente a crises ou feedbacks negativos.

    A/B Testing

     O A/B testing, ou teste A/B, é uma etapa para melhorar a conversão de campanhas pagas em redes sociais, como anúncios no Facebook Ads e Instagram Ads. 

    É uma maneira de testar diferentes versões de um mesmo anúncio para ver o que converte mais. Muda uma cor aqui, uma frase ali, e vai descobrindo qual configuração traz mais cliques com o menor custo por clique (CPC).

    Marketing de influência

    Se você ainda acha que marketing de influência é só mandar um produto para o influencer do momento, repense. O marketing de influência é uma estratégia potente, mas precisa ser planejada com cuidado para realmente funcionar.

    Plataformas de gerenciamento de influenciadores

    Usar uma plataforma especializada pode facilitar muito a tarefa de encontrar influenciadores para acertar contratos e pagamentos.

    Um exemplo é a BrandLovrs, que facilita a conexão das marcas com micro e nano influenciadores. Os criadores menores muitas vezes têm uma relação mais próxima com seu público, o que pode gerar engajamento mais autêntico e verdadeiro.

    Parcerias de longo prazo

    Se você quer mais autenticidade, pense em trabalhar com influenciadores por meses ou até anos. Ao invés de uma ação isolada, influenciadores que se tornam embaixadores da marca têm mais chances de criar uma relação verdadeira e engajar os seguidores.

    KPIs de influência

    Medir os resultados é vital. KPIs como custo por aquisição (CPA), engajamento e tráfego gerado são métricas interessantes para entender se a parceria está valendo a pena. Elas mostram se o investimento no influenciador está realmente trazendo retorno ou se é hora de ajustar a rota.

    SEO

    Sabe quando você procura algo e só clica nos primeiros resultados? É exatamente isso que as estratégias de SEO fazem: colocam as páginas de uma marca lá em cima para que o público te encontre primeiro. 

    O Search Engine Optimization (ou Otimização para Motores de Busca, em português) é um conjunto de técnicas que podem ser aplicadas em sites e blogs para melhorar a reputação da página sob o olhar do Google.  

    Mas não é tão simples quanto parece, o SEO tem várias camadas. Normalmente, é dividido em três grandes áreas: on-page, off-page e técnico.

    SEO on-page

    Aqui, estamos falando de tudo que está no seu site: palavras-chave, títulos, meta descrições e até a estrutura do conteúdo.

    Um dos primeiros passos é a pesquisa de palavras-chave, utilizando ferramentas como o Google Keyword Planner, Ahrefs ou SEMrush. A partir daí, essas palavras são incorporadas em títulos, meta descrições, cabeçalhos (H1, H2, H3) e no corpo do conteúdo, sempre de maneira natural e fluida. 

    A melhoria das tags alt para imagens e o uso de links internos também ajudam a melhorar a navegação e o tempo de permanência do usuário.

    SEO técnico

    Esse é o lado mais nerd do SEO. Aspectos como a velocidade do seu site, o código limpo e a segurança (sim, o HTTPS é super importante) são fundamentais para garantir que o Google te leve a sério.

    A responsividade (design mobile-friendly) é outro fator que impacta diretamente o ranqueamento do site, especialmente com a abordagem mobile-first do Google.

    SEO off-page e link building

    O SEO off-page refere-se à aquisição de backlinks de sites de autoridade, o que é um dos principais fatores de ranqueamento em um mecanismo de busca.

    O Google não olha só para o seu site, ele quer saber quem está falando sobre você. O link building é a estratégia de conseguir links de outros sites que apontam para o seu. Quanto mais sites de qualidade apontarem para o seu conteúdo, maior a sua autoridade e melhor o seu ranqueamento no Google.

    SEO local

    Para empresas com atuação regional, o SEO local é indispensável. A criação do perfil no Google Meu Negócio e a aquisição de avaliações ou interações em plataformas locais podem aumentar a visibilidade em pesquisas relacionadas à localização.

    E-mail marketing

    Uma estratégia clássica e de baixo custo para se aproximar do público-alvo, o e-mail marketing pode fazer muito sucesso.

    Mas o que exatamente é e-mail marketing? Basicamente, trata-se do envio de mensagens comerciais, promocionais ou informativas para uma lista de contatos por meio de e-mail. 

    A lista de contatos é geralmente composta por pessoas que já demonstraram interesse na sua marca por meio de inscrições em newsletters, downloads de conteúdos ou compras anteriores.

    No entanto, há um segredo para o sucesso do e-mail marketing: fazer isso de maneira personalizada e relevante para o público. Enviar e-mails genéricos pode levar a taxas de abertura baixas e, em última instância, em uma reputação negativa para a sua marca.

    Para isso, existem estratégias testadas e comprovadamente capazes de gerar resultados para as marcas: os fluxos de nutrição, fluxos de vendas e as boas e velhas newsletters.

    Fluxo de nutrição

    Sabe quando você se inscreve para receber mais informações de uma marca, e, de repente, começa a receber e-mails? Isso é um fluxo de nutrição. 

    A ideia é guiar o usuário por uma jornada, com conteúdos educativos, aquecendo-o aos poucos até que ele esteja pronto para uma ação mais direta, como a compra. 

    A RD Station é um exemplo de ferramenta perfeita para automatizar essa sequência e garantir que cada e-mail seja enviado no momento certo, com base nas interações do usuário.

    Fluxo de vendas

    Aqui o papo já é mais sério. O usuário mostrou um interesse maior e está mais perto de tomar a decisão de compra. 

    O fluxo de vendas é o que vai empurrar esse lead, com e-mails mais focados no produto ou serviço, mostrando vantagens, depoimentos e uma chamada clara para a ação. 

    É o momento de ser mais direto, mas sem perder o tom de conversa. Afinal, ninguém gosta de ser empurrado para uma compra sem contexto, né?

    Newsletter

    A newsletter é a estratégia para criar um relacionamento contínuo com o público via e-mail. Ela traz novidades da marca, conteúdos interessantes e, de quebra, mantém a empresa sempre na mente do cliente. 

    Mas não é só mandar qualquer coisa. O importante é ser relevante, entregar valor e criar uma conexão com o leitor. 

    Ferramentas como Mailchimp ou Klaviyo ajudam a manter as newsletters organizadas e segmentadas, para que cada grupo receba o conteúdo que mais faz sentido para ele.

    Mídia paga

    Diferente do marketing orgânico, que pode levar tempo para gerar resultados, a mídia paga oferece um retorno imediato ao colocar sua mensagem diretamente na frente do público-alvo. 

    Vejamos as principais formas de tráfego pago e como cada uma delas pode ser utilizada no plano de marketing digital:

    Rede de Pesquisa

    A rede de pesquisa, principalmente através do Google Ads, é uma das formas de alcançar clientes em potencial no momento exato em que estão buscando produtos ou serviços semelhantes ao que uma marca oferece. 

    Configurando campanhas pay-per-click (PPC), você define palavras-chave relevantes, que acionam seus anúncios quando os usuários fazem pesquisas específicas. 

    O verdadeiro poder dessa estratégia está em se conectar com aqueles que já estão na fase de consideração da compra, aumentando as chances de conversão.

    Rede de Display

    Os anúncios da rede de display, por outro lado, aparecem em diversos sites da internet, permitindo que sua marca alcance um público mais amplo.  Eles podem ser segmentados com base no comportamento do usuário, interesses e demografia. 

    O remarketing também é uma técnica poderosa dentro dessa rede para recapturar a atenção de visitantes que já interagiram com seu site. O objetivo é manter a marca em destaque na mente do consumidor.

    Native Ads

    Os anúncios nativos são criados para se integrar perfeitamente ao conteúdo ao redor como uma forma de aumentar a taxa de engajamento, pois os usuários não se sentem interrompidos por um anúncio tradicional. 

    Ao criar conteúdo que se alinha com o que o público já consome, você ganha credibilidade e gera uma experiência mais fluida. A chave aqui é garantir que o conteúdo seja relevante e evitar que o usuário sinta que está sendo bombardeado por publicidade.

    Outros tipos de anúncios

    Além das opções acima, há uma variedade de outros formatos de anúncios digitais que podem ser usados no plano de marketing digital, como vídeos no YouTube, anúncios em redes sociais (Facebook Ads, Instagram Ads) e anúncios de áudio em plataformas de streaming. 

    A variedade permite que você teste e descubra o que melhor se adapta ao seu público-alvo e maximize o retorno sobre investimento (ROI).

    Outbound Marketing  

    Uma forma tradicional de captar clientes, o Outbound Marketing utiliza divulgações (geralmente offline) para se apresentar ao público de maneira ininterrupta. Isso significa: 

    • anúncios de TV e rádio; 
    • propagandas em revistas; 
    • outdoors; 
    • telemarketing. 

    Apesar de parecer uma estratégia ultrapassada, o Outbound Marketing ainda pode garantir resultados positivos quando bem aplicados. Se você acredita que essa metodologia é válida para seu plano de marketing digital, preparamos um artigo completo sobre o assunto. 

    Inbound Marketing  

    Enquanto o Outbound busca atingir seu público-alvo de forma massiva, o objetivo no Inbound Marketing é atrair um nicho específico (ou seja, a buyer persona).  

    Essa estratégia é alcançada por meio de conteúdos relevantes e úteis, para que o público enxergue naturalmente o valor da marca.  

    Unbound Marketing  

    Unbound Marketing é uma metodologia que integra as Inbound e Outbound para otimizar os resultados da marca, tendo as redes sociais como cenário principal das suas ações. 

    Essa metodologia foi criada por Rafael Kiso, CMO da mLabs, e já rendeu importantes conquistas para a nossa equipe. Isso porque, ao invés de pensar que uma metodologia é melhor que a outra, decidimos aproveitar o que cada uma tem de melhor! 

    Entendemos que tanto o Inbound quanto o Outbound têm suas vantagens e desvantagens. Então, a proposta do Unbound Marketing é combinar as melhores técnicas que elas oferecem e criar uma metodologia completa, que funciona para todas as empresas. 

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    Linhas editoriais 

    Basicamente, há duas grandes linhas editoriais que as marcas podem seguir: falar sobre o que sabem e falar sobre o que vendem. 

    Uma linha não exclui a outra. Elas devem ser combinadas em todos os momentos da jornada para gerar um verdadeiro reconhecimento da marca. 

    Para isso, você pode usar o Princípio de Pareto que se baseia em: 

    • 80% do conteúdo deve ser sobre o que a marca sabe, para ajudar o consumidor a resolver algum problema; 
    • 20% do conteúdo deve ser sobre o que a marca vende, para apresentar suas soluções e o valor que entregam aos clientes. 

    Storytelling 

    Em todos os conteúdos, o storytelling pode ser aplicado. Ao contar uma história com início, meio e fim, a marca conduz o consumidor de um ponto a outro, ou seja, do mundo em que ele vive para uma nova experiência ao lado da marca. 

    Nessa transformação, a descoberta da marca impacta as suas percepções e comportamentos e influencia suas decisões. 

    E isso não somos nós que estamos falando, o neuromarketing ajuda a explicar essas questões. Segundo teorias da área, o ser humano se conecta com tudo aquilo que: 

    • Aumenta seu capital social (usar uma roupa de grife, ir a um restaurante famoso); 
    • Aumenta sua conexão com algo (um esporte, um hobby); 
    • Aprofunda sua experiência (uma vivência, uma reflexão); 
    • Economiza seu tempo (algo que ajuda a resolver um problema, que traz praticidade). 

    Portanto, ao longo da jornada onlife, a marca deve provocar essas conexões. 

    Se bem aplicado, o Unbound causa uma transformação na vida das pessoas, para que elas recebam o chamado para um novo mundo, tenham uma experiência valiosa e retornem com uma nova percepção. 

    Marketing de relacionamento  

    Enquanto você estiver pensando em como fazer um plano de marketing digital, considere o marketing de relacionamento! Isso porque a relação entre o cliente e a empresa é a mais importante. 

    No marketing de relacionamento, todas as ações planejadas buscam aproximar o público da empresa. Ao construir um vínculo, os consumidores são transformados em defensores da empresa – e podem até divulgar uma marca para conhecidos. 

    Marketing de conteúdo  

    Um dos braços do Inbound Marketing, o marketing de conteúdo trabalha a atração, conversão e fidelização de clientes por meio da produção de conteúdos relevantes – ou seja, que ajudem a solucionar uma dor do público.  

    A ideia aqui é criar e compartilhar conteúdo relevante que atraia e engaje o público. Em vez de simplesmente empurrar produtos, você cria um espaço onde as pessoas podem aprender, se inspirar e, claro, se conectar com a sua marca. 

    Se a mídia paga dá boost imediato na visibilidade de uma marca, o marketing de conteúdo é mais como um investimento a longo prazo. 

    Entenda quais são algumas das maiores estratégias de marketing de conteúdo.

    Blog

    Contrariando a crença de que os blogs estão mortos, eles continuam sendo uma ferramenta poderosa no arsenal do marketing digital.

    Estatísticas recentes mostram que empresas que usam blogs em seus esforços de marketing produzem 67% mais leads do que empresas que não têm blogs ativos.

    A criação de conteúdo contínuo e de qualidade em blogs permite que as marcas atraiam tráfego orgânico para educar e qualificar o público-alvo de suas estratégias digitais. 

    Mas, para integrar o blog ao plano de uma marca, vale a pena desenvolver um calendário editorial que inclua tópicos alinhados com as palavras-chave que o público está buscando.

    E-books e guias

    Ao invés de apenas falar sobre o que a marca oferece, você tem a oportunidade de cirar um conteúdo de valor que ensina, ajuda e gera interesse. Isso é o que chamamos de lead magnet.

    Oferecer e-books e guias é uma excelente maneira de capturar leads qualificados. Proporcionando conteúdo de alta qualidade em troca de informações de contato, você cria uma oportunidade para nutrir o relacionamento com seus leads. 

    Para incluir essa estratégia no seu plano, identifique os temas que serão mais atraentes para seu público e desenvolva materiais ricos que sejam bem projetados e informativos. As landing pages dedicadas a esses materiais devem maximizar a taxa de conversão.

    Como criar um plano de marketing digital?

    Como você pode conferir até aqui, tudo começa com o planejamento. Esse é o passo mais importante para que as ações de marketing gerem resultados. 

    Confira nossas dicas de como fazer um plano de marketing digital para posicionar uma marca, divulgar produtos/serviços e fidelizar consumidores. 

    Faça o diagnóstico de mercado

    Você não pode sair tomando decisões sobre as ações online de uma marca sem antes entender o terreno onde está pisando.

    Muita gente, quando começa a pensar em novas estratégias de marketing digital, acha que o primeiro passo é definir os objetivos ou começar logo a mexer nos anúncios. Mas, como o Rafael Kiso explica no episódio “Planejamento, para que te quero?” do Trendcast, o primeiro passo é conhecer profundamente o mercado e o seu consumidor.

    Veja um trecho do episódio:

    “ - Entrevistador: Quando você vai começar um planejamento, por onde começar? Essa é a dúvida de muita gente. Começa lá pelo objetivo final? Começa pelo que você tem hoje? Começa analisando o mercado? O que se faz primeiro?

    - Rafael Kiso: Você tem que conhecer profundamente o consumidor e o seu mercado. Então, o primeiro passo é fazer diagnóstico para que você entenda o macroambiente (aquilo que você geralmente não controla) e o microambiente (a sua categoria - se você vende bolo maria, está na categoria de snacks, mas quais são os outros snacks? Eu não vou olhar apenas para o concorrente que vende outro bolinho, mas vou analisar outros snacks que podem se tornar uma alternativa do meu próprio produto). Em seguida, você analisa o ambiente interno (um olhar sobre a sua própria marca e sobre os concorrentes diretos para monitorar o que estão falando sobre a sua marca, sem esquecer de olhar para a própria casa e entender os problemas, porque não tem planejamento que salva um produto ruim).”

    Use pesquisas de mercado, entrevistas com clientes e análises de comportamento online para captar informações importantes sobre o mercado.

    O legal é ir atrás tanto de dados qualitativos quanto dados quantitativos:

    • Os quantitativos são números, como as vendas, visitas ao site e engajamento nas redes sociais;
    • Os qualitativos podem vir de feedbacks de clientes, comentários nas redes e até análises de reviews de produtos. 

    Esses dados vão dar uma visão clara de como está a marca e onde ela pode melhorar.

    Defina os objetivos 

    Concluiu a pesquisa? O próximo passo é definir os objetivos do seu plano de marketing. Pense em objetivos de marketing que reflitam no alcance de objetivos de negócio. 

    Se a marca deseja ampliar a sua participação no mercado, você pode listar as prioridades desse objetivo macro e entender quais ações contribuirão com o resultado, como aumentar o tráfego no site, alcançar mais pessoas nas redes sociais ou aumentar as vendas. 

    A ideia é definir objetivos mensuráveis, para que você consiga encaixá-los em métricas e indicadores de acompanhamento. A metodologia SMART pode ajudar na definição dos seus objetivos. De acordo com esse método, os objetivos devem ser: 

    • S (específicos): defina exatamente o que você quer atingir. Quanto mais detalhado, melhor. Por exemplo, não basta querer “aumentar as vendas”, mas sim “aumentar as vendas online em 15% nos próximos três meses”;
    • M (mensuráveis): como você vai medir seu progresso? Qual será o parâmetro para saber se está chegando lá? Ter um número concreto para acompanhar é fundamental;
    • A (alcançáveis): nada de sonhar com a lua se o foguete não está pronto. Seus objetivos precisam ser realistas e dentro das capacidades da empresa no momento atual;
    • R (relevantes): esses objetivos precisam estar conectados com as necessidades do seu negócio. Se não ajudarem a empresa a crescer ou se destacar, talvez seja hora de repensar a estratégia;
    • T (temporais): estabeleça prazos. Um objetivo sem data para acontecer é só um desejo jogado ao vento.

    A proposta é criar objetivos que estejam adequados à realidade e que tenham os requisitos para atingir o resultado esperado. 

    Elabore as personas 

    Com os objetivos definidos, é hora de pensar no seu público. O conceito de buyer persona é muito importante para qualquer plano de marketing digital. 

    Se você já está familiarizado com o termo, sabe que estamos falando de um perfil do cliente bem mais específico do que o público-alvo.

    Enquanto o público-alvo costuma ser uma definição mais ampla (algo como “mulheres de 25 a 40 anos, que vivem em grandes cidades e têm interesse em moda”), a buyer persona deve ser um personagem semi fictício que representa o cliente ideal da sua marca.

    Tom de voz, abordagem, respostas nos comentários, artigos do blog, tudo será pensado com base na sua persona. 

    Estude a jornada do cliente 

    A jornada do cliente deve estar no centro do seu plano de marketing – e o consumidor deve ser o protagonista das suas jornadas (não a empresa, o produto ou a própria metodologia). 

    Ao entender o comportamento do consumidor você consegue acompanhar os seus passos e traçar a sua jornada de compra. 

    Essa jornada varia muito de acordo com o nicho, tamanho, produto e outros fatores da empresa, mas ela inclui ações que vão desde a pesquisa, comparação de preços, avaliação de produtos, interação e relacionamento com a marca antes de fechar negócio. 

    Existe também um conceito adotado por nós da mLabs que refere à jornada Onlife (vida conectada). A ideia é entender que a trajetória de consumo não está isolada, ela faz parte da vida do consumidor que se mantém conectado a todo momento. 

    Portanto, para fazer parte da jornada onlife, é preciso pensar nos diversos dispositivos e canais que as pessoas usam nos momentos do seu dia a dia. Pensou em algum? Provavelmente alguma rede social veio à sua cabeça, não é? 

    As redes sociais estão presentes em todos os momentos do dia das pessoas, desde quando acordam até irem para a cama novamente. Então, quando as marcas estão lá, elas também se fazem presentes em todos esses momentos:

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    ZMOT – Momento Zero da Verdade 

    O “Estímulo” é o que coloca o consumidor em contato com a marca pela primeira vez. Na teoria, esse estímulo depende da busca ativa das pessoas nos buscadores, mas também é possível provocar esse estímulo nos consumidores através das mídias pagas.

    FMOT – Primeiro Momento da Verdade 

    Aqui a marca já está se relacionando com o consumidor. Ela já nutre os leads com conteúdos relevantes, tira as dúvidas que estão surgindo e, gradualmente, conquista o seu interesse e confiança. 

    SMOT – Segundo Momento da Verdade 

    Depois que a compra acontece, o cliente tem o produto em mãos. É o momento de usar no dia a dia, validar as expectativas e construir uma experiência própria com a marca. Esse é o momento de gerar encantamento e satisfação no cliente. 

    UMOT – Último Momento da Verdade 

    Já no “Último Momento da Verdade”, o consumidor satisfeito e encantado compartilha sua experiência. Isso já acontece há muito tempo, com amigos e familiares próximos. O objetivo da última etapa da jornada onlife é converter os clientes em promotores da marca.

    Distribua as tarefas

    Para que o seu plano de marketing digital seja um sucesso, você precisa criar um fluxo de trabalho para organizar as suas atividades abrangendo todas as áreas: do administrativo ao atendimento ao cliente. 

    Alguns fatores devem ser considerados para garantir que a escolha dos profissionais para cada tarefa seja feita de forma consciente, como conhecimento do cargo e dos requisitos desejados, perfil dos candidatos e principais desafios a serem enfrentados. 

    Avalie também o tamanho da empresa, o prazo e o orçamento das campanhas para a quantidade de profissionais envolvidos.  

    Faça um cronograma 

    Não adianta ter várias boas ideias se elas não estão documentadas e organizadas. Ter o cronograma é a base para que as atividades do plano de ação (processuais e rotineiras) aconteçam de forma sequencial.

    Um cronograma de publicação para redes sociais, por exemplo, deve incluir as etapas entre a concepção de um conteúdo e a sua publicação. Tudo isso precisa ser ajustado para que as ações se complementem e gerem o maior impacto possível no público.

    Então, um cronograma bem estruturado pode seguir mais ou menos assim:

    • Produção de materiais: vídeos, posts, artes visuais;
    • Definição das plataformas: qual canal vai ser usado para cada tipo de conteúdo;
    • Agendamento das publicações: em qual data e horário o conteúdo vai ao ar;
    • Execução das campanhas: disparo de email marketing, posts nas redes sociais e ações com influenciadores;
    • Acompanhamento: monitorar os resultados para ajustar o que for preciso em tempo real.

    Com o plano de ação, as estratégias terão um fluxo mais organizado, e cada etapa será executada no tempo certo, sem atropelos.

    Desenvolva um workflow

    Se você tem uma equipe de marketing, o workflow vai ajudar a coordenar quem faz o quê, quando e em que ordem. Sem ele, a comunicação entre os times pode virar uma verdadeira bagunça e gerar prazos perdidos, falhas na execução ou, o pior, perda de oportunidades.

    Em tradução direta, a palavra inglesa “workflow” significa “fluxo de trabalho”, ou seja, uma sequência de etapas que precisa ser seguida para realizar uma tarefa ou processo.

    Quer saber como criar um workflow eficiente? As etapas são estas:

    1. Mapear as atividades todas as tarefas exigidas no plano de marketing digital. Desde a produção de conteúdo até a execução das campanhas pagas, todas as etapas precisam estar no papel;
    2. Definir os responsáveis, pois cada pessoa ou setor precisa saber qual é a sua responsabilidade no workflow;
    3. Estabelecer deadlines realistas para garantir que cada etapa do plano aconteça de forma organizada;
    4. Automatizar o que for possível com ferramentas de gestão de projetos como Trello, Asana ou Monday.

    O workflow não é algo estático, ok? Conforme você for implementando as estratégias, ajustes podem ser necessários. Seja flexível para mudar o que não está funcionando.

    Faça a análise de indicadores

    Se o plano já apresenta objetivos claros – seja aumentar o tráfego do site, gerar leads ou melhorar o engajamento nas redes sociais –, fica simples escolher quais indicadores vão te ajudar a medir o progresso.

    Importante: cada canal requer um conjunto diferente de indicadores. Se você simplesmente aplicar os mesmos KPIs a todos os canais, pode perder informações que poderiam guiar suas estratégias. 

    Caso esteja trabalhando com e-mail marketing, por exemplo, o objetivo pode ser aumentar as vendas diretas através de promoções e campanhas. Assim, as métricas mais relevantes para acompanhar nesse canal seriam:

    • Taxa de abertura;
    • Taxa de cliques (CTR);
    • Taxa de conversão.

    O segredo está em adaptar suas métricas às características específicas de cada canal e às metas que sua empresa estabeleceu.

    Como a mLabs auxilia no plano de marketing digital?

    Com mais de 150 mil marcas confiando na mLabs, ela se tornou a escolha número um para gerenciar redes sociais no Brasil. Em um único espaço é possível gerenciar múltiplas redes sociais com o auxílio de funcionalidades como: 

    • agendamento de posts; 
    • impulsionamento de posts no Instagram e Facebook; 
    • respostas de comentários e mensagens privadas do Facebook, Instagram e avaliações do Google; 
    • geração de relatórios com a mLabs Analytics para acompanhar resultados; 
    • monitoramento de concorrentes; 
    • controle do fluxo de criação e aprovação de posts; 
    • criação de Landing Pages e páginas para link na bio. 

    E quer saber a melhor parte? A mLabs oferece um teste grátis de 14 dias! Isso mesmo, você pode experimentar todas essas funcionalidades sem compromisso e ver na prática como a plataforma pode revolucionar seu plano de marketing digital.Aproveite agora para experimentar todas as funcionalidades da mLabs e da DashGoo by mLabs nesse link.

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