O Que é Neuromarketing e Porque Você Deve Aplicá-lo à Sua Estratégia

Neuromarketing

Já pensou se fosse possível entrar na mente dos seus seguidores e saber exatamente o que eles querem? Seria o sonho do social media, não é mesmo? E se agora a gente te dissesse que com as técnicas de neuromarketing você pode alcançar isso? Parece milagre, mas é real! Neste post, vamos te explicar o que é, de fato, o neuromarketing e como você pode usá-lo estrategicamente.

O que significa neuromarketing?

Neuromarketing é o estudo neurocientífico focado em nosso comportamento diante das ações de marketing.

Ele une princípios da neurociência e do marketing para entender o que realmente influencia uma pessoa a preferir uma ou outra marca.
O neuromarketing parte da premissa que a tomada de decisão de compra nem sempre acontece de forma lógica e racional, sendo influenciada por estímulos e sentimentos que habitam partes específicas do cérebro.

De acordo com essa teoria, nosso cérebro é dividido em três partes:

  • reptiliano – porção que envolve sobrevivência e emoções básicas como fome, raiva e medo;
  • límbico – responsável por emoções mais complexas e armazenamento dos dados. Também trabalha com os 5 sentidos;
  • neocórtex – tomadas de decisão (cuidado com ele!).

Segundo uma pesquisa publicada pela Universidade de Harvard, 95% das decisões que tomamos levam em conta apenas as nossas sensações (reptiliano e límbico). Isso quer dizer que quando a mensagem passa pelos dois primeiros níveis e chega ao terceiro, você não decide praticamente nada por você mesmo!

Pode parecer assustador, mas para nós, profissionais de marketing, isso é fantástico! Entender quais fatores podem impactar os dois primeiros sistemas cerebrais pode impactar diretamente nos seus resultados!

Como as estratégias de neuromarketing funcionam na prática?

Antes de qualquer coisa é necessário entender como seu público compra, e como existem muitos tipos de consumidores, é importante dividi-los em grupos. Uma boa ideia é dividir por personas!

Existem, por exemplo, aqueles compradores fiéis às marcas e aos produtos que realmente gostam. Eles valorizam o coletivo e gostam de trocar experiências sobre as compras com os outros.

São pessoas que gostam de trocar experiências de compra, alô usuários Apple! Além de atualizar esse público sempre, invista sempre em estratégias que os envolva, com foco em compartilhamento. Aposte em mensagens que emocionem e despertem o desejo de “trocar figurinhas”. Quem sabe sua campanha não viraliza? Fora que, diante desses clientes, o alcance das peças pode ser muito maior devido aos compartilhamentos. Ah sim…eles também adoram frases motivacionais!

Por outro lado, existem os consumidores mais práticos. Eles são objetivos e valorizam experiências que envolvam seu lado motor. Portanto, nada de firulas ou enrolação! As campanhas devem ir direto ao ponto e, principalmente, serem úteis e informativas. Explique rapidamente as maiores razões pelas quais este tipo de comprador deve optar pelo seu produto e não pela concorrência e não carregue demais no lado subjetivo.

Lógico que para te ajudar com tudo isso, existem alguns truques na manga, afinal não é fácil fisgar qualquer tipo de público, não é mesmo?

Veja abaixo algumas técnicas baseadas em neuromarketing para aplicar em sua estratégia.

Apresentando: os gatilhos mentais

Já ouviu falar em gatilhos mentais? Eles são alguns dos principais elementos das técnicas de neuromarketing e já são uma tendência no marketing digital! É com eles que você irá unir o lado social e racional ao emocional. Devem ser precisos e eficientes, totalmente direcionados ao que o público espera.

Sabe qual é um dos maiores exemplos de gatilho mental? A escassez! Afinal, quem é que gosta de perder a melhor promoção da vida, não é mesmo?. Frases como “Vagas limitadas” ou “Poucas vagas são usadas para despertar emoção no público e fazer com que ele tome a decisão da compra de maneira rápida e, até certo ponto, impulsiva.

Conteúdo visual

Não é à toa que vídeos e imagens são os formatos preferidos de conteúdo na atualidade. As mensagem transmitida através desses formatos é mais facilmente compreendida. Além disso, imagens e vídeos tem maior poder de despertar sentimentos quando comparadas à textos.

Isso explica o maior envolvimento das pessoas em redes sociais como Instagram, por exemplo.

Então, se quer contar uma boa história e despertar sentimentos, aposte em conteúdo visual.

Rostos de pessoas alegres, olhando diretamente para o usuário – ou para um formulário que precise ser preenchido, por exemplo – também cumprem esse papel.

Psicologia das cores

Se você chegou a fazer uma faculdade de publicidade, deve ter ouvido falar de psicologia das cores, certo? Mas, se não ouviu, a gente faz um resumo.

O princípio da psicologia das cores é entender quais emoções, sentimentos e sensações algumas cores podem despertar nas pessoas. Profissionais de branding são experts em usar isso na hora de criar logomarcas e aplicar a identidade visual em diversas peças.

De fato, algumas cores atuam em locais específicos do cérebro e despertam sensações que podem influenciar em como o público vê uma marca. Veja imagem:

Psicologia das cores

Como o neuromarketing pode trazer resultados melhores?

Conhecer os gatilhos que podem influenciar a mente das pessoas pode fazer toda a diferença para uma marca!

Você poderá aprimorar e aperfeiçoar ainda mais as suas técnicas de marketing unindo ótimas ideias de conteúdo inovadoras com técnicas que otimizem sua performance.

Uma marca que investe nisso, está anos-luz à frente daquelas que sequer conhecem neuromarketing.

Comece agora mesmo a aplicar os gatilhos e estratégias em suas postagens e campanhas! E para conferir todos os resultados de maneira completa em todas as redes sociais, não se esqueça de conhecer a mLabs (você tem sete dias de graça!)

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