[Kiso Insights] Social Commerce: o futuro do e-commerce nas redes sociais

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Pontos principais do artigo:

Com as mídias sociais cada vez mais preparadas para que você se informe, entretenha e compre diretamente pela plataforma, estamos a ponto de viver uma mudança no e-commerce brasileiro.

Nesta edição, vamos explorar o comportamento de consumo online dos brasileiros e as novidades no e-commerce. Tudo com base em dados reais.

O que realmente faz o brasileiro comprar online?

Veja abaixo os dados da NP Digital e Opinion Box, sobre o Consumo Digital no Brasil:

Infográfico: o que realmente faz o brasileiro comprar online?

As ofertas seguem reinando como principal fator de decisão.

Essa mesma pesquisa mostra que:

  • 56,4% dos entrevistados esperam datas especiais para comprar.
  • E a Geração Z, em específico, lidera essa espera por ocasiões específicas para compra com 71,7%.

Preço, comodidade e facilidade de comparação. Mas além desses 3 fatores, o que mais pesa para a tomada de decisão? A confiança.

O que aumenta a confiança dos clientes antes da compra?

71,5% das pessoas confiam mais em avaliações de outros clientes na hora de comprar online. Isso mostra que a prova social e o conteúdo gerado por usuários (UGC) tem mais poder de persuasão do que qualquer coisa.

Infográfico: qual fator transmite mais confiança ao efetuar uma compra online?

O UGC não é só sobre reviews espontâneos. Hoje, o modelo UGC Creator ganha força: são criadores que produzem conteúdo com aparência 100% orgânica, simulando a experiência real de compra e uso do produto. Isso gera conexão e confiança imediata. Mas a dúvida que fica, isso é autêntico?

O ideal é criar campanhas que incentivem clientes reais a postarem seus próprios vídeos e avaliações. Esse é o UGC raiz. Deixe o UGC Creator para os anúncios em campanhas e posts no próprio perfil da marca.

Um olhar mais profundo: como é o comportamento de compra do brasileiro?

Toda semana ou algumas vezes ao mês? Veja com que frequência os brasileiros compram online, com base em mais de 2 mil respostas:

Infográfico: frequência de compra online dos brasileiros.

Mas a partir dessa visão macro, como consumidores dentro de recortes específicos como faixa etária e classe social se comportam?

Vamos aos dados:

Infográfico: frequência de compra do brasileiro por classe social.

Dentro do recorte geracional, a Geração Z (nascida entre 1996 -2010) já está comprando mais do que os millennials (nascidos entre 1981 – 1995)

  • Gen Z: 25% compra online mais de 1x por semana
  • Millennials: apenas 18,9%

Sobre o comportamento de compra, 67% da Gen Z pesquisa antes de fazer uma compra online. Porém, 11% admite comprar no impulso, sem pesquisar antes.

TikTok Shop e a revolução no e-commerce brasileiro

O TikTok Shop chegou oficialmente no Brasil em maio com o intuito de transformar a forma como os brasileiros compram online.

Entrevista de Rafael Kiso com Bruno Lopes, Head de Vendas do TikTok (TikTok World 2025).
Entrevista de Rafael Kiso com Bruno Lopes, Head de Vendas do TikTok (TikTok World 2025)

Mas essa não é apenas uma entrada da plataforma no e-commerce. É uma transformação muito mais profunda, porque une descoberta, entretenimento e transação em um só lugar.

Na prática, a integração entre conteúdo e compra está encurtando drasticamente o tempo de decisão do consumidor. O que gera a combinação perfeita entre impulso e conveniência: o usuário vê um vídeo ou uma live, se interessa pelo produto e compra ali mesmo, sem sair do app. Tudo isso em menos de sete minutos.

Essa nova ferramenta abre um leque de oportunidades para todos os envolvidos no ecossistema de marketing e vendas:

  • Marcas: quem se posicionar primeiro tem mais chances de se tornar referência na plataforma.
  • Agências: vão se destacar aquelas que souberem ajudar as marcas a criarem conteúdo adaptado ao TikTok e a recrutarem vendedores carismáticos para as lives.
  • Influenciadores: com comissões por venda em tempo real, essa é uma nova forma de monetização. O foco migra do engajamento para a conversão.
  • Social commerce: a fusão que a concorrência ainda não conseguiu entregar.

Enquanto plataformas como Mercado Livre e Shopee tentam investir no live shopping, elas ainda não oferecem uma experiência de compra integrada com mídia social como o TikTok.

Já o Instagram, por exemplo, ainda insiste em redirecionar o usuário para fora do app, perdendo eficiência em um momento em que a rejeição a anúncios cresce.

A proposta do TikTok Shop é clara: tornar a jornada de compra parte natural do entretenimento. E, ao que tudo indica, o mercado está pronto — ou pelo menos atento — para essa transformação.

A lógica por trás de tudo isso

Se as pessoas compram online com frequência, sua marca precisa estar presente o tempo todo na cabeça delas, não só quando tem oferta no ar. A construção da escolha começa muito antes da decisão de comprar algo.

Quem publica só para vender, vende menos. Faz a tal panfletagem digital. O conteúdo precisa entreter, educar, tirar dúvidas, antecipar objeções e mostrar o valor do que você sabe enquanto especialista, para que a lembrança de marca aconteça e o aumento da intenção de compra também.

A base precisa ser aquecida diariamente com conteúdo e não com propaganda. Mostre como a sua marca vai além do seu produto ou serviço, use as mídias sociais como ambientes sociais, é sobre relacionamentos, diálogo e não monólogo.

O consumidor já decidiu. Ele só está esperando a marca certa cruzar o caminho dele no ambiente digital.

Faz sentido?

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