Produção de conteúdo para redes sociais: 7 melhores práticas!

Producao de conteudo para redes sociais header: é uma imagem que mostra os ícones das redes sociais twitter, instagram, facebook, pintrest.

A produção de conteúdo para redes sociais vai muito além dos memes. É claro que dá para brincar e descontrair, mas também vale espaço para assunto sério e educativo. O que você precisa entender primeiro é o que funciona melhor para a sua audiência.  

Em cada canal o comportamento da sua audiência é diferente. Sim, porque o que faz sucesso no Facebook pode não surtir efeito no Instagram, LinkedIn ou Twitter. Cada rede social tem a sua linguagem, os seu formato de conteúdo, o seu público e as suas tendências.  

Mas como fazer isso sem deixar caótica a presença da marca nas redes sociais? Aí entra a importância do planejamento de conteúdo. É esse processo que vai definir os objetivos e as estratégias de social media para criar uma comunicação consistente e relevante.  

Você sabe que, aqui na mLabs, queremos ajudar todo mundo a ter sucesso no marketing digital, certo? Por isso, trouxemos para este post as nossas melhores práticas de produção de conteúdo para redes sociais, que já nos trouxeram resultados e funcionam para qualquer tipo de empresa. Saiba agora quais são elas!  

1. Defina a sua buyer persona, linguagem e tom de voz  

Você sabe com quem está falando nas redes sociais? Essa é uma das perguntas mais importantes para a estratégia de marketing de conteúdo para o social media.  

Afinal, a marca quer se comunicar com o público, então precisa saber quem está do outro lado da tela.  

É para isso que se cria a buyer persona (ou mais de uma, se necessário), um personagem semifictício que representa o seu cliente ideal e descreve sua personalidade, gostos, dúvidas e dores.  

É com esse personagem que você vai conversar quando criar as publicações de redes sociais, estabelecendo uma estratégia de conteúdo sob medida.  

Com uma pessoa em mente, os conteúdos se comunicam melhor com o público e geram mais interações. A persona ajuda a ajustar a linguagem e o tom de voz para falar de igual para igual com ela, além de orientar sobre as temáticas que mais vão engajar: “será que a Fernanda (nome da persona) vai gostar de disso? Será que ela vai interagir?”.  

Perceba que é uma abordagem bem diferente ao do público-alvo, que trata os consumidores como um grupo genérico e uma mira a ser atingida.  

As redes sociais, no entanto, exigem proximidade, humanização e interação. A descrição da persona não é totalmente inventada. É preciso contar com informações reais sobre os consumidores, fazendo uma análise de dados por meio de ferramentas como o Google Analytics, o Audience Insights do Facebook e, é claro, a mLabs.  

Também estamos aqui para ajudar a criar sua persona com relatórios inteligentes sobre a sua audiência nas redes sociais.  

2. Crie uma estratégia alinhada à jornada onlife dos usuários  

Aqui na mLabs, usamos o conceito de jornada onlife para planejar a produção de conteúdos para redes sociais.  

Para serem relevantes no contexto da vida dos consumidores, as marcas precisam entender como eles vivem e o que fazem em todos os momentos do seu dia.  

E essa vida está cada vez mais conectada. As pessoas estão always on, conectadas o tempo todo para tirar uma dúvida, publicar fotos do seu dia, ler a opinião de um amigo, comparar preços de produtos, descobrir marcas e muito mais.  

Nessas atividades on-line, as redes sociais são protagonistas: elas são a principal motivação para olhar o celular e saber o que está acontecendo.  

O mundo passa pelas redes sociais. Não é por acaso que o FOMO (Fear of Missing Out ou medo de ficar de fora) se tornou uma síndrome nos tempos atuais.  

Então, quando as marcas percebem que devem fazer parte da jornada onlife, elas se fazem presentes em todos os momentos, nos canais certos e com os conteúdos relevantes para serem úteis na vida das pessoas.  

As próprias redes sociais, por meio do monitoramento, podem informar o que as pessoas fazem em cada momento do seu dia, o que consomem, quais dispositivos e canais usam e como interagem com seu produto.  

Veja abaixo um exemplo de como traçamos os horários e hábitos da nossa persona para entender o seu contexto.  

De manhã, quando acorda, a maioria do nosso público usa smartphone, tablet e mídias impressas para se informar, ler e-mails e interagir.  

Então, são esses canais que vamos explorar nesse momento da jornada onlife. Em outros momentos, são outros canais e outros hábitos.

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3. Entenda o que desperta interesse nas pessoas com base na estratégia 3Hs 

Que tipo de conteúdo você acha que as pessoas querem consumir na sua jornada onlife? A psicologia ajuda a entender isso, ao mostrar que o ser humano gira em torno de tudo aquilo que:  

  • nos dá maior controle e aumenta nosso capital social;
  • aumenta nossa conexão;  
  • aprofunda nossa experiência;  
  • nos economiza tempo.  

Então, quando planejar as suas publicações, é preciso pensar como elas vão atender a esses interesses do ser humano para gerar conexão. Para isso, usamos a Estratégia dos 3Hs (Help, Hub e Hero).  

Atiçou sua curiosidade? Vamos explicar como funciona:  

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Help: ideal para buscadores  

O conteúdo do tipo Help, na base da pirâmide, é o que você provavelmente vai produzir em maior volume.  

A intenção aqui é ajudar as pessoas a resolver dúvidas e problemas da sua vida e, assim, economizar seu tempo.  

Essas publicações devem ser encontradas na busca ativa dos consumidores, por isso devem ser otimizadas para os buscadores (SEO).  

O Google é o foco, mas pense também nas buscas realizadas nas redes sociais e no YouTube, por exemplo. Esses conteúdos também devem aparecer por lá.  

Aqui na mLabs, produzimos conteúdo Help em posts educativos para o nosso blog, otimizados com técnicas de SEO, e em dicas de marketing digital no Instagram, marcadas com hashtags para serem encontradas por mais pessoas. 

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Hub: ideal para assinantes  

O conteúdo do tipo Hub já não está mais na busca ativa do usuário. A pessoa já assina algum canal da marca e quer receber conteúdos relacionados ao que ela encontrou no Help.  

Por isso, a marca se torna um hub de conteúdos que a pessoa não conhece ainda e que só a sua marca pode entregar.  

Então, o Hub consegue aprofundar a experiência dos leads, já que eles não conhecem e nem estavam procurando aquele conteúdo, além de aumentar a conexão com a marca e com a tribo que a segue, ao fazer as pessoas se identificarem com ela.  

Cases de sucesso e avaliações de clientes, como prova social para transmitir credibilidade, funcionam bem aqui.  

Na mLabs, usamos conteúdos Hub quando compartilhamos UGC (conteúdo gerado pelo usuário) nas nossas redes sociais e apresentamos opiniões de clientes no nosso site e avaliações do Google Meu Negócio e do Kmaleon.

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Hero: ideal para clientes  

No topo da pirâmide, o conteúdo Hero é pensado para provocar compartilhamento e viralização. A marca deve criar conteúdos e ativações para que os clientes se sintam valorizados e queiram compartilhar sua experiência, como forma de aumentar seu capital social.  

Isso pode acontecer on-line ou off-line. Na mLabs, por exemplo, temos um grupo no Facebook apenas para clientes, que usamos para publicar novidades em primeira mão, conteúdos exclusivos e gerar interatividade.  

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Mas também interagimos com clientes em eventos da marca com ativações de alto potencial de compartilhamento nas redes sociais. Este post mostra o que fizemos em 2019:   

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4. Produza o conteúdo certo para cada etapa da jornada Unbound 

Desde quando o consumidor é um desconhecido até ser um cliente da marca, ele passa por muitas etapas.  

Usamos a metodologia do Unbound Marketing — criada pelo Rafael Kiso (CMO da mLabs) — para acompanhar essa jornada do consumidor e criar os conteúdos certos para cada etapa.  

Essa metodologia integra abordagens do Outbound e Inbound Marketing, com protagonismo das redes sociais em todo esse processo.  

Na lógica do Unbound, não adianta ficar em cima do consumidor falando só sobre seu produto ou tentando vender o tempo todo.  

É preciso seguir o princípio de Pareto: 80% do conteúdo deve ser sobre o que a marca sabe, para construir credibilidade e autoridade, e 20% deve ser sobre o que a marca vende, para converter e gerar retorno.  

A partir dessa orientação, é possível pensar no tipo de conteúdo ideal para cada etapa do Unbound. Indicamos estes (mas lembre de testar com a sua audiência!):  

  • consciência: dark posts no Facebook e no Instagram, vídeos rápidos de 15”, parcerias com macro influenciadores, social posts e e-books de topo de funil, infográficos e pesquisas. O foco é no que a marca sabe, com o objetivo de aumentar alcance;  
  • descoberta: artigos no blog, site, vídeos de 60”, falas de especialistas, conteúdos e e-books de meio de funil e vídeos no YouTube. O foco é no que a marca sabe, com objetivo de aumentar alcance e proximidade;  
  • compra/Ação: webinars, conteúdos e e-books de fundo de funil, vídeos de 15min, casos de sucesso e depoimentos de clientes. O foco é no que a marca vende, com objetivo de converter; 
  • experiência própria: lives, conteúdos exclusivos, micro influenciadores, posts para close friends no Instagram, lista no WhatsApp, grupos no Facebook ou Telegram. O foco é no que a marca sabe, com objetivo de engajar e encantar;  
  • experiência compartilhada: conteúdo gerado pelo usuário (UGC) e clientes como nano influenciadores. O foco é no que a marca sabe, com objetivo de engajar e estimular o compartilhamento.  

Do início ao fim, a marca pode usar recursos do storytelling para conduzir o consumidor do mundo atual, em que existe um problema a ser resolvido, até uma transformação em sua vida, a partir da interação com a marca e o uso do produto.  

5. Descubra os temas e formatos que têm a melhor performance

Foi-se o tempo em que as redes sociais se limitavam ao feed do Facebook e do Instagram. Hoje existe uma infinidade de formatos de publicações: Stories, Reels, IGTV, vídeo, imagem única, carrossel, post no feed, post em grupo etc.  

São várias possibilidades. Então, como saber quais formatos usar? Não tem mágica: é preciso testar com a sua audiência e analisar a performance.  

Você pode fazer um benchmark e identificar o que as marcas do seu nicho estão usando mais.  

Você também pode perceber que o Instagram está priorizando a entrega do formato Reels, porque quer competir com o TikTok neste momento. Aí estão boas oportunidades, mas somente testes no seu perfil vão dizer o que funciona mesmo com o seu público.  

Ao analisar a performance de cada formato, também é preciso ter em mente os seus objetivos em cada rede.  

Se o objetivo é ganhar visibilidade no Instagram, por exemplo, os formatos que geram mais alcance são os que funcionam melhor.  

Então, lembre-se de alinhar os conteúdos ao objetivo de cada etapa da jornada Unbound, que apresentamos antes.  

As próprias redes sociais têm ferramentas de analytics para verificar o desempenho das suas publicações. Mas geralmente elas limitam algumas ações, como extrair os dados ou selecionar os períodos e formatos que você quiser.  

Já na mLabs você pode gerar relatórios personalizados e consultar dados sobre todos os seus perfis em um só lugar, sem precisar transitar entre todas as redes. O trabalho do social media fica muito mais prático!  

Veja este exemplo de relatório que você encontra na plataforma. Você pode comparar os formatos (link, imagem ou vídeo) pelo alcance, engajamento e cliques que geraram.  

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6. Tenha um calendário editorial para manter a frequência de publicação

O calendário editorial é essencial. Essa ferramenta cumpre vários papéis no planejamento da produção de conteúdos para redes sociais.  

Sua principal função é organizar o fluxo de trabalho nas redes sociais. O calendário define as datas de publicação e permite programar a produção (antes da publicação) e a promoção (depois da publicação) dos conteúdos.  

Essa organização ajuda a manter a regularidade das publicações, que é essencial para o sucesso nas redes sociais: as marcas precisam estar sempre ativas para manter os usuários engajados e ficar sempre na lembrança deles.  

Mas cuide para definir uma frequência de posts orgânicos que a equipe consiga cumprir com consistência.  

Além disso, ao programar as datas no calendário, você pode visualizar toda a programação do mês e identificar se os posts miram em todas as etapas da jornada onlife. Assim a marca se faz presente em todos os momentos da vida do consumidor.  

Na plataforma da mLabs, você pode organizar o Calendário Editorial, editar os posts pela ferramenta e já deixar tudo agendado.  

Para ajudar nessa tarefa, criamos também um material de apoio com um calendário de datas especiais que podem entrar no seu planejamento. É só adicionar no Gmail, Outlook ou na sua conta da mLabs.  

7. Acompanhe as métricas e use os Insights para desenvolver melhorias

Todo planejamento deve definir metas e formas de acompanhar os resultados. São os indicadores de desempenho que vão mostrar se a marca está no caminho certo e se alcançou aquilo que esperava, além de conhecer melhor o consumidor e orientar as melhorias para o futuro.  

Por isso, acompanhar as métricas de performance faz parte do dia a dia do social media. Quais conteúdos funcionaram melhor com a audiência, quais os melhores horários para publicar, quais redes geraram maior alcance, quais formatos tiveram mais engajamento: perguntas como essas devem nortear a análise dos resultados.  

Para isso, você pode analisar os dados do Google Analytics, as ferramentas de analytics das próprias redes sociais e, é claro, os relatórios da mLabs.  

Você pode saber os melhores dias e horários para postar, o alcance e as interações de cada postagem, as melhores publicações do período, a comparação com a concorrência, entre várias outras informações.  

Bom, já te contamos todos os nossos segredos para planejar a produção de conteúdo das redes sociais. Com as nossas dicas, você vai conseguir fazer um planejamento mais efetivo, mais alinhado à sua audiência e aos seus objetivos.  

Agora, vai aí mais uma ajudinha: experimente a mLabs por 7 dias grátis! Conheça todas as funcionalidades e veja como a plataforma pode ajudar você. 

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