O comportamento de busca mudou, e o motivo é simples. A busca tradicional é pautada pela utilidade. A busca social é pautada pela influência. É por isso que 61% das ações de consideração de compra acontecem via vídeos curtos.
Reels, TikToks e Shorts viraram o principal formato de decisão de compra. E a razão está em como as pessoas estão pesquisando.
Em vez do Google, o consumidor abre o Instagram, o TikTok ou o YouTube e pesquisa por lá. Procura reviews, demos e experiências reais, e decide com base no que encontra.
O Google entrega links. As mídias sociais entregam pessoas mostrando na prática.
Quem entende isso cria conteúdo pensando em como será encontrado, não só em como será curtido.
Nesta edição, vamos nos aprofundar no Social Search, nos dados da pesquisa “Beyond the Search Bar” – Kantar/Meta, e oportunidade para que você aumente as vendas através das mídias sociais.
Você também utiliza as mídias sociais para buscar por produtos?
92% dos consumidores fazem o mesmo, e 58% acham essa experiência mais satisfatória que a busca tradicional. Isso deixa claro uma mudança estrutural no comportamento de busca.
A busca deixou de ser uma pergunta e virou uma experiência visual.
Você não quer mais ler que um produto é bom, quer ver alguém usando, testando, reagindo. E esse formato acelera a decisão: 63% compram mais rápido quando as redes têm papel no processo.
Fora que, a Gen Z já inverte a ordem completamente: 41% buscam direto nas mídias sociais, antes do Google.
Agora pensa comigo: se o consumidor está pesquisando nas mídias sociais e em IAs generativas, o conteúdo precisa ser criado para aparecer nesses ambientes. É aí que entra o GEO (Generative Engine Optimization). O que é dito, mostrado e descrito num vídeo determina se ele aparece quando alguém está pesquisando.
Título, legenda, fala e contexto visual deixam de ser só escolhas criativas e passam a ser decisões estratégicas de indexação. Ou seja, roteiro de vídeo também é SEO. E quem entende isso já está produzindo para ser encontrado, não só para engajar.
Você já pesquisou vídeos de produtos nas mídias sociais antes de comprar?
Se sim, você faz parte de um comportamento que já é maioria. 61% das ações de consideração de compra acontecem via vídeos curtos, como Reels, TikToks e Shorts.
Em vez do Google, o consumidor procura por experiências reais de quem já usou o produto. E existe uma razão para isso funcionar: prova social reduz o risco percebido da compra. Ver alguém testando e aprovando cria uma segurança que nenhum post institucional consegue replicar.
Por isso 43% das ações de consideração acontecem via reviews de criadores e 41% via UGC (conteúdo gerado pelo próprio consumidor). O que aparece nessa busca não é o perfil oficial da marca, é o que simula experiência real.
Quem entende isso para de criar conteúdo para ser curtido e começa a criar para ser encontrado no momento em que o consumidor está decidindo.
A agência ou o profissional para ser estratégico já deve produzir conteúdo pensando nessa descoberta, não só em engajamento.
Faz sentido para você?
Para você se aprofundar:
Como usar automações nas mídias sociais para escalar resultados?
Neste episódio do Papo Social Media, eu e Marcio Silva mostramos como as automações de marketing evoluíram, do agendamento de posts e relatórios até fluxos avançados com IA, N8N e agentes inteligentes. A conversa percorre todas as etapas da jornada do cliente, mostrando como aplicar automação em cada uma delas com exemplos práticos e ferramentas reais.
Descubra como mapear seus processos antes de automatizar, por que agendamento multicanal é o primeiro passo para escalar resultados, como usar automações de inbox e comentários para nutrir leads e aumentar afinidade, o papel do SDR com IA na qualificação de leads em escala, como monitorar menções e transformar clientes em promotores de marca e quais níveis de automação existem do mais básico ao mais avançado.
Um episódio essencial para quem quer parar de fazer tudo na mão e começar a usar as automações como motor de crescimento nas mídias sociais.