[Kiso Insights] Social Media Branding: afinal, como criar uma marca memorável?

Sumário

Pontos principais do artigo:

O mercado digital entrou em uma nova fase. Não basta gerar alcance, é preciso gerar valor. A discussão deixou de ser branding versus performance. Hoje, uma estratégia sólida exige que os dois caminhem juntos.

Performance traz resultado imediato. Branding constrói preferência e sustentação no médio e longo prazo. Marcas que crescem com consistência são aquelas que entendem essa integração e não dependem exclusivamente de mídia paga para existir.

Antes de definir orçamento, canal ou formato, é preciso entender três coisas: onde a atenção está concentrada, como os investimentos estão sendo distribuídos e de que forma equilibrar mídia paga com construção de marca.

Nesta edição, você encontra os dados que respondem exatamente a isso e mostram como transformar presença digital em resultado real.

Em quais plataformas os brasileiros estão?

Qual rede social mais utilizada por geração? Veja abaixo o que os dados mostram:

Infográfico: Quais as redes sociais mais utilizadas pelos brasileiros?

Entre Gen Z, Y e X, o Instagram supera 85% de uso. Mesmo com o avanço de outras plataformas, ele continua sendo um dos canais mais relevantes para criar conexão e manter relacionamento com diferentes públicos.

A única exceção está nos Baby Boomers, onde o YouTube lidera com 87%. Ainda assim, o Instagram mantém 85% de presença, praticamente empatado no topo.

O TikTok já está sendo usado por todas as gerações, e se tornou a terceira maior plataforma para a geração Z no Brasil.

Em um cenário com tantas opções, a consistência do Instagram entre diferentes idades reforça seu potencial para alcançar públicos amplos.

Porém, com a disputa por espaço, atenção e clientes cada vez mais acirrada no Instagram, colocar todos os ovos em um único cesto não é a melhor estratégia. Entenda por quê e onde investir com base em dados.

Em quais plataformas vale a pena investir em 2026?

O TikTok lidera os planos de investimento tanto no B2C (34%) quanto no B2B (26%), mostrando quea atenção virou o novo ativo estratégico. Já o Instagram mantém força como canal de comunidade e conversão, consolidando-se como o elo entre conteúdo e negócio.

Infográfico: Em quais plataformas sociais os profissionais de marketing planejam aumentar os investimentos?

Essa combinação reforça uma mudança importante: as marcas estão distribuindo o orçamento não só pelo público que querem atingir, mas pelo tipo de atenção que cada plataforma consegue sustentar. O foco sai do “onde postar” e vai para o “como gerar conexão de valor”.

Infográfico: Quais plataformas geram o maior impacto de exposição nas redes sociais?

Pela primeira vez o TikTok e o LinkedIn aparecem no topo quando o assunto é impacto em exposição, mas a diferença para o Instagram e YouTube é pequena. O que muda é o tipo de atenção que cada um entrega. Mas, definitivamente, já passou da hora de investir em mais canais para quem ainda está somente no Instagram.

Ver o LinkedIn em segundo lugar revela que alcance não é mais só entretenimento. Conteúdos de autoridade e contexto profissional também estão ganhando escala. Em vez de pensar “onde tem mais view?”, a pergunta passa a ser: em qual contexto essa exposição faz mais sentido para o meu posicionamento?

Você já anuncia em plataformas além da Meta?

Mesmo com novas plataformas ganhando relevância e o aumento de 12% na META, os investimentos seguem concentrados em Facebook (61%) e Instagram (51%). Isso mostra a força dessas plataformas, mas também revela que o mercado ainda distribui pouco entre outros canais estratégicos.

Infográfico: Frequência com a qual os profissionais de marketing veiculam anúncios em diferentes plataformas.

📊 TikTok ainda é um território pouco explorado: 88% dos profissionais afirmam nunca anunciar por lá. Mas a plataforma vem evoluindo rapidamente como canal de descoberta e conversão, especialmente com o TikTok Shop. Ignorar esse movimento pode significar perder espaço em uma etapa cada vez mais relevante da jornada do consumidor.

O desafio não é sair do Facebook ou do Instagram, e sim equilibrar o portfólio de mídia com base na lógica dos dados e da jornada do cliente. A estratégia mais inteligente é investir onde há maior potencial de impacto hoje, considerando o comportamento real do público.

Como equilibrar mídia paga, prova social e creators para que mais gente descubra sua marca?

Infográfico: como os consumidores descobrem novas marcas e produtos na internet.

Se anúncios nas mídias sociais lideram a descoberta (65,3%), a lógica não é “colocar tudo lá”, e sim usar o alcance pago para testar narrativas rapidamente. Criativos fortes e segmentação por sinais comportamentais aumentam a lembrança de marca e reduzem custo de aprendizado.

Recomendação de amigos (48,8%) e conteúdo de influenciadores (32,1%) mostram que a prova social ancora a decisão. Use anúncios como isca de atenção e creators/UGC como validação. Programas de indicação, reviews e collabs tendem a multiplicar alcance com credibilidade.

Busca paga (38,1%) capta demanda ativa; podcasts (8,9%) e newsletters (7%) constroem lembrança fora do ruído. No fim, o desafio não é dominar todos os canais, e sim fazer com que todos contem a mesma história.

💡A descoberta de marca deixou de ser sobre “onde investir mais” e passou a ser sobre como conectar pontos entre canais, pessoas e contextos. Quando a mensagem é coerente em todos os lugares, o consumidor não apenas descobre, ele reconhece e confia.

Como construir marcas que se conectam de verdade com o público nas mídias sociais?

O norte para 2026 não é escolher entre branding ou performance. É integrar os dois com clareza estratégica. Performance acelera demanda existente. Branding cria demanda futura. Um sustenta o caixa. O outro sustenta o crescimento.

💡Branding não é identidade visual. Não é estética. É a gestão intencional de percepção. É o que adiciona valor a um produto ou serviço além de seus atributos funcionais. É o que faz a escolha deixar de ser apenas racional e passar a carregar confiança, familiaridade e preferência.

Nas mídias sociais, isso significa construir atributos de forma consistente. Não basta participar da trend do momento ou gerar um pico de visualizações. Narrativas fortes só funcionam quando existe uma base estratégica definida: posicionamento claro, tom de voz coerente e diferenciação real. Sem isso, o conteúdo até viraliza, mas não permanece.

🎯 Estamos menos na era da atenção e mais na era da retenção. Visualização não garante lembrança. Alcance não garante preferência. Se a mensagem não é absorvida, não há construção de marca. E sem construção de marca, cada venda dependerá de um novo investimento em mídia.

Performance captura quem está pronto para comprar agora. Branding prepara quem ainda não está. A maior parte do mercado não está no momento de decisão hoje. Mas estará em algum momento. A pergunta é: sua marca será lembrada quando isso acontecer?

Marcas que constroem presença recorrente, coerência narrativa e múltiplos pontos de contato desenvolvem disponibilidade mental. Elas não precisam disputar atenção apenas pelo desconto ou pelo impulso. Elas entram na decisão pela lembrança.

E quando branding e performance operam juntos, a mídia paga deixa de ser muleta e passa a ser alavanca.

Não é sobre investir mais. É sobre investir com direção e inteligência.

📊 Os dados mostram onde os brasileiros estão. As tendências indicam para onde os investimentos estão migrando. As oportunidades revelam canais ainda pouco explorados. Mas nenhuma dessas informações, isoladamente, constrói crescimento sustentável.

Crescimento consistente exige arquitetura estratégica: combinar canais com lógica, usar mídia paga com inteligência, fortalecer prova social, ativar creators e manter coerência narrativa em todos os pontos de contato. Não é sobre fazer mais. É sobre fazer com direção.

Em 2026, a vantagem competitiva não estará em quem investe mais, mas em quem constrói marca enquanto performa. Porque no final, o que sustenta o resultado não é apenas ser visto. É ser lembrado e escolhido.

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