Site Mlabs
Teste Grátis
Entrar
 
 
 
mLabs: Gerenciamento de Redes Sociais em um só lugar!
  • Mlabs
    • Funcionalidades
    • Dúvidas
    • Contato
  • Marketing Digital
    • Gerenciamento de redes sociaisFazer uma boa gestão de redes sociais não é uma tarefa simples! Além de muita organização, estratégia e ferramentas, é preciso estar sempre atualizado! Nesta seção, você irá encontrar posts com: Dicas para gerenciamento de redes sociais Melhores estratégias para mídias sociais Ferramentas indispensáveis para gerenciar redes sociais Entre outros!
    • Google AdsO Google Ads é uma ferramenta essencial para fazer o seu negócio crescer no mecanismo de busca! Nesta seção, você encontrará posts com: Dicas para criar uma campanha de impulsionamento; Melhores estratégias considerando os tipos de anúncios; Passo a passo de como criar a sua conta; As principais métricas para monitoramento. Entre outros!
    • Google AnalyticsO Google Analytics é uma ferramenta essencial para monitorar a sua atuação online e traçar estratégias consistentes! Nesta seção, você encontrará posts com: Dicas para análise completa da sua presença online; Explicações sobre as principais métricas do Google Analytics; Estratégias indispensáveis para melhorar a sua performance. Entre outros!
    • Marketing DigitalMarketing Digital é o conjunto de ações que uma marca pratica visando atrair novos clientes, relacionar-se com eles e fidelizá-los através do ambiente digital. As redes sociais, blogs e sites são os principais canais para isso. Nesta categoria você encontrará posts sobre: Estratégias de Marketing Digital (Inbound e Outbound Marketing, Marketing de Conteúdo, SEO, e-mail marketing e redes sociais) Dicas de como otimizar suas ações de Marketing Digital Hacks, tutoriais e cases de Marketing Digital Novidades sobre Marketing Digital Entre outros!
    • Social MediaSocial media ou mídias sociais são os canais de comunicação online que visam promover o relacionamento entre as marcas e seu público no ambiente digital. Mas, não se confunda: redes sociais, blogs e sites são apenas plataformas! Quem faz desses ambientes canais de comunicação efetivos para uma marca são os profissionais por trás dos posts! E, justamente por isso, eles são conhecidos como “social media”. Nesta seção você encontrará posts sobre: O que faz um social media Cursos para social media Dicas de carreira e produtividade Fontes de estudo Ferramentas de trabalho nas redes sociais Entre outros!
  • Redes sociais
    • FacebookO Facebook é a maior rede social do mundo e, por isso, um canal indispensável para o Marketing Digital. Nesta categoria você encontrará: Dicas de como fazer marketing digital com o Facebook Guias e tutorias das principais funcionalidades do Facebook para marcas Notícias e novidades dessa rede social Hacks e estratégias de social media para Facebook E muito mais!
    • InstagramA mais famosa rede social para compartilhamento de fotos, vídeos e Stories, o Instagram é líder em engajamento! Nesta categoria, você encontrará posts exclusivos com: Dicas para ganhar mais seguidores no Instagram Estratégias de marketing no Instagram Guias e tutorias sobre as funcionalidades do Instagram para empresas Novidades e atualizações do Instagram (e Instagram Stories!) Entre outros!
    • TwitterCriado como serviço de microblogging, o Twitter evoluiu suas funcionalidades e é hoje uma rede social completa para empresas! Nesta categoria você encontrará posts sobre: Como fazer marketing no Twitter Estratégias e dicas para Twitter Atualizações, novidades e tutoriais para Twitter E muito mais!
    • LinkedInO LinkedIn é a maior rede social para negócios da atualidade! Nesta seção, você descobrirá como o LinkedIn pode ser usado em uma estratégia de marketing e também encontrará posts com: Dicas e estratégias de marketing digital com o LinkedIn Novidades e atualizações da rede social Guias e tutoriais das funcionalidades do LinkedIn Entre outros!
    • PinterestCriar imagens e templates para publicação de conteúdos nas redes sociais! Uma rede social para reservar as melhores imagens e publicar conteúdos de inspiração para todos os usuários. Nesta seção, você encontrará posts com: Dicas para utilizar o Pinterest da melhor maneira possível; Melhores estratégias para adotar com o Pinterest para empresas; Guias de publicação e compreensão das funcionalidades da rede social; Passo a passo de como criar e publicar. Entre outros!
    • TikTokO TikTok tornou-se um fenômeno internacional, conquistando milhares de usuários! Você não pode deixar de incluir um perfil nessa rede social na sua estratégia de Marketing Digital. Nesta categoria você encontrará: Dicas de como fazer marketing digital com o TikTok; Guias e tutorias para as principais funcionalidades do TikTok para empresas; Notícias e atualizações da rede social; Hacks e estratégias para de social media para TikTock; Como fazer engajamento no TikTok. E muito mais!
    • TelegramO Telegram é uma das redes sociais que mais tem crescido nos últimos anos, fundamental para o Marketing Digital! Nesta categoria você encontrará: dicas de como fazer marketing digital com o Telegram; guias e tutorias das principais funcionalidades do Telegram; notícias e novidades dessa rede social; hacks e estratégias de social media para o Telegram. E muito mais!
    • WhatsAppWhatsApp Messenger é um app de mensagens instantâneas e chamadas de voz criado para usuários de dispositivos móveis. Mas, ele também é uma plataforma incrível para o Marketing Digital. Nesta categoria você encontrará posts sobre: Como fazer marketing com o WhatsApp Novidades do WhatsApp Dicas e estratégias para WhatsApp Entre outros!
    • YouTubeO YouTube é maior rede de compartilhamento de vídeos do mundo! Criada para ser um canal pessoal de vídeos, o YouTube evoluiu suas funcionalidades e é hoje uma rede social valiosa para as marcas que querem construir seu posicionamento digital. Nesta categoria você verá posts sobre: Estratégias de marketing digital para YouTube; Dicas, tutorias e guias para produção de vídeos no YouTube; Novidades e funcionalidades do YouTube. Entre outros!
  • Materiais Gratuitos
  • Templates
    • Facebook
    • Instagram
    • Twitter
    • LinkedIn
    • YouTube
  • Ferramentas Grátis
    • Calendário

    Pesquisar

    Descubra como criar uma Video Sales Letter (VSL)

    Gerenciamento de redes sociais, Marketing Digital, Redes Sociais, Social Media
    2 de fevereiro de 2026
    Descubra como criar uma Video Sales Letter (VSL)
    Avatar de Raphael Alves

    Por

    Raphael Alves

    Publicado em

    2 de fevereiro de 2026

    Sumário:

    235.000.000.000,00 de reais foi o faturamento do mercado digital brasileiro em um ano. Leu certo: mais duzentos bilhões no bolso em até 365 dias.

    Uma fatia importante desse faturamento aconteceu graças a um ativo específico de conversão usado no processo de vendas online: a Video Sales Letter

    A VSL se tornou a ferramenta mais usada para vender no mercado digital nos últimos anos e, se você quer resultados melhores, precisa entender por quê.

    Eu sou Raphael Alves, copywriter, e no guia abaixo eu explico tudo o que você precisa saber para criar uma Video Sales Letter que realmente funcione. Confira!

    O que é uma Video Sales Letter (VSL)?

    Uma Video Sales Letter (VSL) é uma carta de vendas transformada em formato de vídeo, projetada com o objetivo principal de vender um produto ou serviço. 

    Diferente de um vídeo institucional ou educativo, a VSL é estruturalmente persuasiva e focada em conversão, guiando o espectador desde a atenção inicial até a ação desejada (comprar).

    Do ponto de vista teórico, a base de uma VSL está nos princípios do copywriting de resposta direta, desenvolvidos e refinados por nomes como Eugene Schwartz, Gary Halbert e Dan Kennedy. 

    Os autores clássicos do marketing direto estabeleceram conceitos fundamentais como níveis de consciência do público, desejo latente, mecanismos únicos e construção de argumentos que antecipam objeções, todos amplamente utilizados em VSLs modernas.

    Qual é a origem da VSL?

    A origem da Video Sales Letter (VSL) está ligada à evolução das cartas de vendas no marketing direto (sales letters). 

    Desde o início do marketing direto moderno, cartas de vendas longas e cuidadosamente elaboradas foram usadas para persuadir leitores a comprar produtos ou serviços, baseando-se em técnicas de copywriting e psicologia do consumidor. 

    Antes da era digital, essas cartas eram enviadas por correio físico ou publicadas em revistas, e tinham como objetivo conduzir o leitor por uma narrativa que acabava em uma ação de compra.

    “O incrível segredo de ganhar dinheiro de um nerd desesperado de Ohio” — um dos anúncios mais icônicos do copywriting, base da lógica usada hoje em VSLs.
    “O incrível segredo de ganhar dinheiro de um nerd desesperado de Ohio” — um dos anúncios mais icônicos do copywriting, base da lógica usada hoje em VSLs.

    Com a chegada da internet e o aumento da preferência por conteúdo em vídeo, surgiu a oportunidade de transformar essas cartas escritas em formatos audiovisuais, capazes de capturar a atenção de uma audiência que já passava menos tempo lendo e mais tempo consumindo vídeos.

    O grande marco no desenvolvimento da VSL como conhecemos hoje é atribuído a Jon Benson, reconhecido como o criador do formato de Video Sales Letter na internet.

    John Benson, pioneiro da Video Sales Letter (VSL). Fonte: jonbenson.com
    John Benson, pioneiro da Video Sales Letter (VSL). Fonte: jonbenson.com

    Benson começou a experimentar com vídeos na década de 2000 e, em 2007, criou uma apresentação em vídeo que simplesmente mostrava texto em slides com sua voz narrando a mensagem de vendas, sem produção sofisticada ou efeitos visuais, o que se tornou conhecido como a “ugly VSL”:

    Exemplo de ugly VSL: apenas texto na tela, foco total na mensagem e zero elementos visuais de distração.
    Exemplo de ugly VSL: apenas texto na tela, foco total na mensagem e zero elementos visuais de distração.

    A abordagem de Berson acabou gerando resultados extraordinários em conversão e vendas, e assim nasceu o primeiro modelo de VSL que se espalhou pela internet.

    Benson aplicou princípios de copywriting tradicionais ao vídeo, forçando o espectador a seguir uma sequência persuasiva de argumentos até chegar à oferta. O modelo revolucionou a forma de vender online e passou a ser replicado por profissionais de marketing em diversos nichos.

    Ao longo dos anos, o uso de VSLs se expandiu e evoluiu, com outras metodologias complementares surgindo para melhorar a eficácia desses roteiros de vídeo. 

    Entre os profissionais influentes nesse desenvolvimento, está Stefan Georgi, um dos copywriters mais respeitados em marketing de resposta direta hoje:

    Stefan Georgi, copywriter de resposta direta. Fonte: stefanpaulgeorgi.com
    Stefan Georgi, copywriter de resposta direta. Fonte: stefanpaulgeorgi.com

    Embora não tenha “inventado” a VSL, Georgi ajudou a consolidar padrões mais sistemáticos para escrever scripts de vendas que funcionam tanto em texto quanto em vídeo. 

    Ele é conhecido por desenvolver o RMBC Method, um framework que enfatiza Research (pesquisa), Mechanism (mecanismo), Brief (resumo) e Copy (copy final), para criar mensagens de vendas consistentes e de alta conversão. 

    Embora esse método seja aplicado em textos e outros formatos, ele influencia como muitos criadores estruturam VSLs: começando com pesquisa profunda, definindo mecanismos únicos para o problema e a solução, e organizando a narrativa em partes que seguem uma progressão lógica e convincente antes de apresentar a oferta e chamadas à ação.

    Hoje, a VSL é reconhecida como uma das ferramentas mais poderosas em funis de marketing digital, particularmente em ofertas de médio e alto valor, porque une a disciplina clássica de copywriting à capacidade do vídeo de prender a atenção e guiar emocionalmente o espectador. 

    Por que a VSL é tão eficaz em estratégias de marketing digital?

    A VSL foi desenhada exatamente para resolver um dos maiores desafios da aquisição de clientes no marketing digital: converter tráfego frio em compradores.

    Para entender por que a VSL funciona tão bem, vale a pena considerar o funil tradicional do marketing direto, que continua sendo a base das estratégias digitais atuais: 

    anúncios → página de vendas → checkout

    1. Os anúncios têm como função interromper a atenção, despertar curiosidade e apresentar uma promessa inicial. Eles qualificam o interesse e direcionam a pessoa para o próximo passo do processo;
    2. A página de vendas é onde a conversão começa a ser construída de fato. Uma página de vendas com VSL aumenta significativamente a capacidade de convencimento porque permite desenvolver argumentos de forma progressiva, algo que textos curtos ou ofertas diretas não conseguem fazer;
    3. O checkout é o espaço onde o usuário insere seus dados de pagamento e formaliza a decisão que já foi construída anteriormente. Um bom checkout transmite segurança, clareza e facilidade, reduzindo qualquer atrito que possa interromper a compra.

    Produtos/serviços mais caros e mais completos exigem mais do processo de venda. Eles demandam explicação, narrativa e segurança. Por isso, uma VSL é uma necessidade estratégica para atender à curva de convencimento do público. 

    Sem ela, o visitante dificilmente teria informações e confiança suficientes para justificar o investimento e avançar até o checkout.

    Quais são os principais tipos de VSL?

    Existem, de fato, três tipos principais de VSL usados por profissionais de marketing digital:

    Ugly VSL (“feia” ou simples)

    O termo “Ugly VSL” refere-se ao formato clássico que se tornou popular no início da era digital e é tradicionalmente associado ao pioneiro Jon Benson. 

    Esse tipo de VSL é caracterizado por uma produção simples: geralmente texto em tela com narração em voz, sem filmagens complexas ou elementos visuais sofisticados. Apesar do nome, “ugly” não significa que seja ineficaz.

    Uma ugly VSL usa imagens básicas ou slides (às vezes apenas capturas de tela ou texto em fundo simples) e uma narração que guia o espectador passo a passo através do argumento de persuasão.

    VSL cinematográfico

    Com a evolução da produção de vídeo e a maior expectativa do público por conteúdo visual mais atraente, desenvolveu-se o que muitos chamam de VSL cinematográfica. 

    Nesse formato, a persuasão continua sendo conduzida principalmente pela narração, mas agora apoiada por cenas que ilustram conceitos, emoções e contextos. 

    É comum o uso de imagens externas, cenas simbólicas, animações sutis e música cuidadosamente escolhida para reforçar tensão, expectativa ou transformação. 

    A VSL cinematográfica não depende, necessariamente, de estúdio, apresentadores reais ou provas sociais diretas. 

    Em uma VSL cinematográfica, o foco ainda está na mensagem de vendas, mas ela é reforçada por:

    • Filmagens;
    • Trilha sonora profissional;
    • Enquadramento cinematográficos;
    • Edição com ritmo e storytelling visual.

    O objetivo é criar uma atmosfera imersiva que aumente o envolvimento emocional e a percepção de valor do espectador. 

    VSL bem produzida

    A VSL bem produzida é o formato mais complexo e completo entre os três. Ela exige infraestrutura, planejamento e execução mais avançados, pois depende de elementos concretos de credibilidade e prova social. 

    Normalmente, envolve gravação em estúdio, apresentadores reais, depoimentos autênticos de clientes, imagens do produto em uso, entrevistas, demonstrações práticas e outros recursos que reforçam confiança e autoridade.

    Esse tipo de VSL é especialmente utilizado em produtos e serviços de médio e alto ticket, nos quais a decisão de compra exige um nível elevado de segurança. 

    Qual é a estrutura básica de uma VSL?

    Embora o formato possa variar, uma VSL bem construída costuma se desenvolver em três partes complementares:

    1. Abertura e enquadramento do problema percebido

    A primeira parte da VSL tem como objetivo capturar atenção qualificada e gerar identificação imediata com o público certo. Ela trabalha o problema percebido, ou seja, aquilo que o espectador acredita ser a causa da sua dificuldade, frustração ou estagnação. 

    Nesse momento, a VSL descreve cenários, comportamentos e sentimentos que fazem o público se reconhecer na mensagem, criando uma sensação de alinhamento e relevância.

    Essa etapa não busca confrontar crenças nem apresentar soluções, mas sim validar a experiência do espectador, mostrando que o problema é real, recorrente e compartilhado por outras pessoas. 

    Ao fazer isso, a VSL reduz defesas emocionais e abre espaço para uma explicação mais profunda. 

    Além disso, essa parte funciona como um filtro estratégico: quem não se identifica tende a sair, enquanto quem se reconhece permanece, aumentando a qualidade do público que avança no vídeo.

    2. Explicação do problema real e apresentação da verdadeira solução

    A segunda parte é o núcleo conceitual da VSL e onde ocorre a principal virada de percepção. Aqui, a mensagem sai do nível superficial e passa a explicar o problema real, que normalmente está oculto por trás dos sintomas que o público enfrenta. 

    Essa etapa do vídeo de vendas tem a função de reeducar o espectador, mostrando que as tentativas anteriores falharam não por falta de esforço, mas porque atacavam o problema errado ou utilizavam métodos incompletos.

    Nesse ponto, a VSL demonstra por que soluções tradicionais são limitadas e introduz a verdadeira solução como um novo mecanismo, método ou princípio. Importante: essa solução ainda não é apresentada como produto, mas como lógica. 

    A ideia é fazer o público entender que existe uma forma mais eficaz de resolver o problema, construindo autoridade e avançando a curva de convencimento. Ao final dessa parte, o espectador já aceita intelectualmente que precisa de uma solução diferente.

    3. Apresentação do formato da solução, oferta estruturada e FAQ

    A terceira parte da VSL conecta toda a lógica construída anteriormente a uma chamada de ação. A mensagem mostra que a verdadeira solução apresentada na parte anterior está organizada em um formato específico de produto ou serviço, que permite executar o método de forma estruturada e previsível. 

    Essa etapa serve para transformar teoria em proposta concreta, explicando por que esse formato é o mais adequado para entregar o resultado prometido.

    Nessa parte, a oferta é apresentada de forma detalhada, incluindo o que está incluído, o preço, os bônus, as condições e as garantias. Cada elemento da oferta é justificado com base no valor construído ao longo da VSL. 

    Também é nesse momento que entra o FAQ, que responde às principais dúvidas e objeções do público, como risco, tempo, complexidade, suporte e adequação ao perfil do comprador. Ao antecipar essas perguntas, a VSL elimina incertezas finais e reduz atrito. 

    A chamada para ação surge como consequência natural de todo o processo, direcionando o espectador para o checkout com clareza, segurança e confiança na decisão.

    Qual a importância da pesquisa para criar uma VSL?

    Para entender a real importância da pesquisa antes de criar uma VSL, é preciso olhar para as três partes desse processo:

    Pesquisa de público (target audience research)

    A pesquisa de público é o processo de entender quem exatamente são as pessoas que você deseja impactar com a sua VSL. 

    É uma etapa que envolve entender aspectos demográficos (idade, gênero e localização) e principalmente aspectos comportamentais/psicológicos (dor, motivações, desafios, soluções já testadas, linguagem e crenças). 

    Uma VSL que não conhece profundamente seu público é como um vendedor falando com uma sala cheia de estranhos: ele não sabe quais palavras usar, quais dores explorar ou quais objeções antecipar.

    A pesquisa de público envolve atividades como entrevistas, análise de comentários e perguntas frequentes, estudo de personas, análise de dados de tráfego e feedback de clientes. Essa pesquisa ajuda a identificar:

    • Principais dores e frustrações que o público realmente enfrenta;
    • Crenças e barreiras mentais que impedem a compra;
    • Linguagem natural usada pelos prospects para descrever seus problemas;
    • Desejos emocionais e racionais que motivam decisões de compra.

    Sem esse mapeamento, a VSL corre o risco de falar uma linguagem que não se conecta com a realidade do espectador, resultando em baixas taxas de engajamento e altas taxas de abandono no meio do vídeo. 

    VSLs começam com a audiência em mente, e a pesquisa é a única maneira de garantir que o conteúdo “faça sentido” para quem está assistindo. 

    Pesquisa do produto (product research)

    Saber como comunicar o valor real do seu produto ou serviço é tão importante quanto entender o público que você quer impactar. 

    A pesquisa do produto vai muito além de listar funcionalidades: ela explora o que torna seu produto único, quais problemas ele resolve de forma diferenciada e como isso se traduz em benefícios concretos na vida do cliente.

    Ao realizar pesquisa de produto, você deve:

    • Avaliar as principais características e benefícios de forma crítica;
    • Mapear quais problemas específicos o produto resolve, e como isso se encaixa na jornada real do cliente;
    • Identificar provas e evidências que sustentem as promessas de transformação;
    • Entender limitações, barreiras de adoção e casos extremos de uso.

    Este tipo de pesquisa garante que a VSL não fale superficialmente sobre o que o produto é, mas explique por que e como ele entrega valor real. 

    É algo indispensável em ofertas de médio e alto ticket, porque o espectador precisa ter clareza absoluta de que o investimento tem um retorno justificável. Sem esse entendimento, a parte do vídeo que tenta explicar a solução pode soar vaga, genérica ou insegura.

    Pesquisa de concorrentes (competitor research)

    A pesquisa de público e produto foca no seu cliente e na sua oferta, enquanto a pesquisa de concorrentes olha para o ambiente competitivo em que sua VSL será posicionada. 

    No mundo digital, o prospect não considera apenas sua mensagem de forma isolada: ele a compara mentalmente com outras ofertas que já viu.

    A pesquisa de concorrentes ajuda você a:

    • Identificar diferenciais reais e percebidos que podem ser destacados na VSL;
    • Compreender como outras marcas posicionam seus produtos, quais promessas fazem e como estruturam seus argumentos;
    • Mapear “espaços de discurso” onde sua oferta pode aparecer como mais clara, mais profunda ou mais humana;
    • Descobrir objeções que a concorrência não aborda e antecipá-las na sua própria VSL.

    Sem esse tipo de análise, sua VSL pode repetir o mesmo discurso que outros players no mercado, reduzindo sua eficácia e tornando a oferta menos memorável. 

    Um bom uso da pesquisa de concorrentes não é copiar o que já existe, mas sim descobrir onde você pode se diferenciar estrategicamente. 

    VSL longa ou curta?

    Uma pergunta comum entre quem trabalha com VSLs é: “Devo fazer uma VSL longa ou curta?”. A resposta, aprendida com profissionais de marketing e copywriters experientes, é que não existe um tamanho universalmente ideal para todas as VSLs. 

    A duração e a profundidade de uma VSL dependem diretamente do nível de consciência do público e do contexto da oferta, isto é, do quanto o espectador já entende sobre o problema, a solução e o produto antes mesmo de assistir ao vídeo. 

    Nível de consciência do cliente, o conceito que determina a duração

    “Níveis de consciência” foi popularizado por copywriters clássicos como Eugene Schwartz e ainda é fundamental no marketing moderno. 

    O conceito descreve cinco estágios que vão de consumidores totalmente inconscientes do problema até consumidores altamente conscientes do produto ou da solução.

    • Totalmente inconsciente: a pessoa nem sabe que tem um problema;
    • Consciente do problema: sabe que algo está errado, mas não conhece soluções específicas;
    • Consciente da solução: sabe que existe uma solução, mas não conhece o seu produto;
    • Consciente do produto: sabe do seu produto, mas ainda não está convencido;
    • Mais consciente: já conhece seu produto e só precisa de um último empurrão para comprar.

    Quanto menor o nível de consciência, maior a necessidade de explicar, contextualizar e convencer antes de pedir que o espectador tome uma ação. 

    Nesses casos, uma VSL longa pode ser não apenas útil, mas necessária, pois ela educa e nutre o espectador ao mesmo tempo em que constrói confiança e valor.

    Quando uma VSL longa é mais indicada

    As VSLs longas são mais apropriadas quando o público está em estágios iniciais de consciência, por exemplo, totalmente inconsciente ou apenas consciente do problema.

    Nesses casos, o vídeo precisa:

    • Introduzir e explicar o problema com profundidade;
    • Mudar a perspectiva do público sobre a situação;
    • Mostrar por que soluções comuns falham;
    • Construir credibilidade e autoridade;
    • Preparar o terreno para a oferta de forma lógica.

    Esse processo naturalmente exige mais tempo, porque o espectador precisa ser levado de um ponto de não saber nada a um ponto de compreender e decidir comprar. 

    Em produtos ou serviços de médio e alto valor, isso é particularmente importante, porque não basta um argumento superficial para justificar um investimento maior.

    Uma VSL longa pode chegar a 45, 60 minutos e, em alguns mercados, ultrapassar isso. 

    Quando uma VSL curta faz mais sentido

    VSLs curtas funcionam bem quando o público já está mais consciente do problema ou da oferta, por exemplo:

    • O público já conhece sua marca ou solução (níveis “Produto Aware” ou “Mais Aware”);
    • A oferta é simples, de baixo custo ou de decisão rápida;
    • O objetivo é reforçar um gatilho específico ou destacar uma promoção.

    Nesses casos, a VSL pode ir direto ao ponto e manter a atenção do espectador concentrada na ação desejada, sem “enrolação”.

    Uma VSL curta, na prática, costuma ter entre 5 e 20 minutos, podendo chegar, em alguns casos, a algo próximo de 25 minutos.

    Como criar uma VSL na prática?

    O processo pode ser organizado em três grandes etapas:

    1. Roteiro e copy

    A escrita é a etapa mais importante de todo o trabalho. Uma VSL começa como um roteiro de vendas baseado em pesquisa, lógica de persuasão e curva de convencimento.

    Um bom script organiza argumentos na ordem certa, considerando nível de consciência, ticket do produto e objetivo do funil.

    O trabalho normalmente envolve um copywriter ou estrategista de marketing direto, responsável por transformar pesquisa de público, produto e concorrentes em um roteiro.

    Esse script define abertura, desenvolvimento do problema real, apresentação da verdadeira solução, oferta, FAQ e chamada para ação. 

    Ferramentas comuns nessa etapa incluem editores de texto (Google Docs ou Notion), planilhas de pesquisa, gravações de entrevistas com clientes, análises de comentários e materiais de concorrentes. 

    Quanto melhor a escrita, menos dependente a VSL será de produção sofisticada para converter.

    2. Produção e gravação

    A etapa de produção e gravação transforma o roteiro em material bruto de vídeo e áudio. 

    O formato dessa fase varia muito conforme o tipo de VSL (ugly, cinematográfica ou bem produzida), mas sempre exige planejamento. Nessa etapa, entram decisões como: haverá apresentador? Será narrada? Usará estúdio? Cenas externas? Depoimentos?

    Em VSLs mais simples, pode haver apenas um locutor, um microfone de boa qualidade e a gravação da narração. 

    Em formatos mais complexos, entram apresentadores reais, operadores de câmera, diretor de cena, iluminação, maquiagem, captação de áudio profissional e clientes reais para depoimentos. 

    Ferramentas comuns incluem câmeras (ou smartphones de alto nível), microfones lapela ou condensadores, iluminação básica ou profissional, estúdios físicos ou ambientes controlados, além de softwares de gravação de áudio.

    3. Edição e finalização

    A edição é a etapa em que a VSL ganha acabamento profissional.

    O editor organiza o material gravado de acordo com o roteiro, ajusta cortes, sincroniza áudio e vídeo, insere textos em tela, gráficos e trilha sonora.

    A edição tem um papel estratégico, que é manter retenção. Pausas longas, trechos confusos ou excesso de informação visual podem comprometer o desempenho da VSL. 

    Quais erros evitar ao criar uma VSL?

    Apesar de a VSL parecer simples à primeira vista, alguns erros costumam passar despercebidos durante a criação:

    1. Começar falando do produto em vez do problema

    Um dos erros mais frequentes é abrir a VSL apresentando o produto, a empresa ou o especialista. Em tráfego frio, isso quebra a atenção logo nos primeiros segundos. 

    A VSL precisa começar pelo problema percebido do público, usando a linguagem que ele já utiliza. Quando o vídeo começa falando da solução antes de gerar identificação, o espectador não se sente compreendido e abandona antes mesmo da mensagem evoluir.

    2. Não construir a curva de convencimento

    Muitas VSLs falham porque tentam “pular etapas”. Elas apresentam o problema, mostram a solução e pedem a compra rápido demais. Em produtos de médio e alto ticket, isso não funciona. 

    A decisão exige progressão lógica, mudança de percepção e tempo. Ignorar a curva de convencimento transforma a VSL em um pitch apressado, que gera objeções em vez de segurança.

    3. Confundir produção bonita com persuasão

    Outro erro comum é acreditar que uma VSL funciona porque é visualmente impressionante. Produção ajuda, mas não substitui argumento. Uma VSL bem editada, com música e imagens bonitas, mas sem copy sólida, não converte. 

    A persuasão vem da estrutura da mensagem, não do acabamento visual. Quando o foco está só na estética, a VSL vira entretenimento.

    4. Não antecipar objeções nem responder dúvidas

    Ignorar objeções é um erro. O espectador sempre carrega dúvidas silenciosas: preço, risco, tempo, complexidade, adequação. Quando a VSL não antecipa essas questões, elas aparecem exatamente no momento da decisão e travam a compra. 

    Um FAQ estratégico dentro da VSL existe para remover essas barreiras antes que o espectador chegue ao checkout inseguro.

    5. Não explicar o problema real nem a verdadeira solução

    Uma VSL fraca costuma ficar presa apenas no problema superficial, sem aprofundar a causa real da dor do público. A superficialidade faz com que a solução pareça apenas “mais do mesmo”. 

    Sem explicar por que tentativas anteriores falharam e qual é o mecanismo verdadeiro por trás do resultado prometido, o espectador não percebe diferenciação. Esse erro impede a construção da curva de convencimento e faz a oferta parecer genérica ou substituível.

    Como medir a performance da sua VSL?

    Medir a performance de uma VSL começa por um ponto fundamental: entender como o público se comporta dentro do vídeo. 

    Diferente de métricas genéricas de tráfego, a VSL exige análise de comportamento: quem assiste, até onde assiste, onde abandona e em que momentos demonstra maior interesse. Para isso, tudo parte do uso de uma ferramenta especializada de hospedagem e análise de vídeo.

    Ferramentas como o Vturb foram criadas especificamente para VSLs. Elas permitem acompanhar métricas como:

    • Taxa de retenção por minuto;
    • Pontos exatos de abandono;
    • Tempo médio assistido;
    • Picos de atenção.

    Esses dados mostram, na prática, se a VSL está conseguindo conduzir o público pela curva de convencimento ou se está perdendo atenção em momentos críticos do roteiro.

    Um erro comum é hospedar a VSL no YouTube. Apesar de ser uma plataforma popular, o YouTube não foi pensado para análise profunda de vídeos de vendas. A plataforma entrega métricas superficiais, voltadas para criadores de conteúdo, e não para conversão.

    Você não consegue identificar onde o público abandona o vídeo, quais trechos geram mais engajamento ou como o comportamento muda após a apresentação da oferta.

    Onde encontrar exemplos de boas VSLs no mercado digital?

    Você encontra bons exemplos de VSLs no mercado digital principalmente analisando páginas de vendas ativas, e a forma mais simples de chegar até elas é usando a Biblioteca de Anúncios do Facebook. 

    A Biblioteca de Anúncios do Facebook exibe os anúncios, não as páginas de vendas nem os vídeos completos de VSL. Ela funciona como um índice público de anúncios ativos. 

    O valor estratégico está em clicar nesses anúncios e seguir o caminho até a página de destino, onde a VSL realmente está.

    Dentro da biblioteca, é possível filtrar por palavras-chave, temas, nichos, nomes de marcas ou produtos. 

    Ao encontrar um anúncio relevante, basta clicar para ser direcionado à página de vendas.

    Além desse caminho, existe um segundo método usado por copywriters mais avançados: pagar por serviços de swipe. 

    Esses serviços funcionam como bibliotecas privadas que reúnem páginas de vendas, VSLs e anúncios organizados por nicho, formato e tipo de oferta.

    Gostou de aprender sobre a Video Sales Letter? Se você quer aplicar a lógica de resultados também nas redes sociais, vale conferir o curso Potencializando Resultados no Instagram, ministrado por Rafael Kiso, CMO e fundador da mLabs. 

    O curso é gratuito, ensina como pensar estratégia, conteúdo e performance de forma integrada e ainda oferece certificado ao final. Clique aqui para pegar sua vaga!

    Posts Relacionados

    KISO INSIGHTS 93
    31 de janeiro de 2026

    [KISO INSIGHTS] A hora e o momento do Conteúdo Gerado pelo Usuário

    Diferenças entre melhor horário para postar, pico de audiência e melhores resultados
    28 de janeiro de 2026

    Horário de pico nas redes sociais: descubra por que ele pode ser uma cilada, Bino 

    Mapas de influência
    26 de janeiro de 2026

    Mapas de Influência: porque o consumidor não anda em fila indiana

    • Agendamento de posts
    • Relatórios de Redes Sociais
    • Aprovação de Posts
    • Calendário
    • Ads
    • mLabs Analytics
    • mLabs Insights
    • Gerenciador do Facebook
    • Gerenciador do Instagram
    • Gerenciador do X (Twitter)
    • Gerenciador do LinkedIn
    • Gerenciador do Pinterest
    • Gerenciador do Youtube
    • Programar posts no Facebook
    • Programar posts no Instagram
    • Relatórios do Facebook
    • Relatórios do Instagram
    • Relatórios do LinkedIn
    • Planos e Preços
    • mLabs Partners
    • Programa de Afiliados
    • Blog
    • Central de ajuda
    • Fale Conosco
    • Acessibilidade
    • Mapa do site
    • Política de Privacidade
    • Portal da Privacidade
    • Termos de Uso
    • Preferência de Cookies
    • Carreiras

    Siga a mLabs

    • Instagram
    • Facebook
    • linkedin
    • Youtube

    Reconhecimentos

    © 2025 mLabs Software S.A. All Rights Reserved.

     Avenida Cassiano Ricardo, 601 – São José dos Campos, SP – Brasil – 12246-870

    Agende posts com a mLabs e economize horas de trabalho!

    Gerencie todas as mídias sociais por 30 dias grátis

    redes-sociais-banner

    VOCÊ ACABA DE GANHAR 30 dias grátis

    CRIAR CONTA