O que é vibewriting? O guia definitivo de como escrever com IA

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Sumário

Pontos principais do artigo:

Existe um termo para quem se aprofunda no uso de ferramentas de linguagem generativa para escrever: vibewriting. E ele está mudando a forma como criadores, copywriters e equipes de marketing produzem conteúdo com IA. 

Mas por que o uso mais avançado das IA’s se tornou tão importante agora? Porque praticamente todo produtor de conteúdo já usa IA de alguma forma. Ao mesmo tempo, as plataformas começaram a restringir o mau uso da IA, penalizando o conteúdo genérico e sem autenticidade que antes inundava os feeds. 

E se você quer fugir das penalizações das redes, a equipe de redatores da mLabs preparou um guia exclusivo para você usar o vibewriting.

Separamos abaixo templates prontos e fluxos de trabalho que aceleram a criação de conteúdo com IA sem perder a voz da sua marca. 

O que é vibewriting?

Vibewriting é o jeito de escrever com auxílio de uma inteligência artificial generativa (como ChatGPT e Claude) em que você dá a direção e a ideia principal, e a IA ajuda a criar o texto. É como ter um assistente que escreve e você vai lapidando. 

O usuário não precisa escrever o prompt perfeito de primeira. Basta fornecer um rascunho bruto para a IA e depois fazer ajustes a partir de comandos simples como “deixa mais direto”, “corta essa parte” ou “expande este trecho”. 

O termo é uma analogia ao vibe coding, cunhado por Andrej Karpathy em 2025, que descreve programar guiando um modelo de linguagem sem escrever código: você define o que quer, observa o resultado e melhora.

Vibewriting pode ser usado para criar diversos tipos de conteúdo. Ele se aplica a textos longos, como artigos de blog, guias, tutoriais, newsletters e ensaios. 

Também funciona bem para posts para redes sociais, legendas de alto engajamento, copy para campanhas, roteiros de vídeo e microcopys de UX.

O vibewriting é uma parte importante do uso da IA para produção de conteúdo. E você pode entender tudo sobre isso no episódio do Papo Social Media com Fábio Ricotta:

Quais técnicas de vibewriting funcionam na prática?

Apesar de o vibewriting ser um conceito relativamente novo, já existem formas consolidadas que as pessoas estão usando para criar conteúdo com IA de maneira mais produtiva.

As técnicas abaixo surgiram da prática e do compartilhamento de experiências entre criadores, redatores e equipes de marketing que testaram diferentes abordagens até encontrar as que realmente funcionam. 

Rascunho Vivo (Living Draft)

Essa técnica consiste em manter uma conversa contínua com a IA, jogando na conversa tudo o que você tem: links, anotações, trechos de conversas, prints, pensamentos soltos. 

A IA vai processando esse material e integrando em um rascunho que cresce com você.

O Rascunho Vivo é útil quando você ainda está descobrindo o que quer dizer. Você alimenta a IA com material bruto e deixa o texto se revelar aos poucos. É como ter um caderno inteligente que se organiza sozinho enquanto você joga informações nele.

Entrevista com a IA (AI Interview)

Nesse caso, você pede para a IA te fazer perguntas sobre o assunto, uma de cada vez. Você responde falando, como se estivesse em uma conversa real, e a IA registra suas respostas.

Ao responder, você percebe o que ainda não está claro na sua cabeça e organiza melhor suas ideias. O resultado é um texto que mantém sua voz porque foi construído a partir das suas próprias palavras.

Geração de ângulos e curadoria

Peça para a IA gerar de 50 a 100 abordagens possíveis sobre um mesmo tema. Depois, agrupe as parecidas, identifique padrões e escolha apenas as melhores para desenvolver. 

É uma técnica para evitar o bloqueio criativo e garantir que você explore o máximo de possibilidades antes de se aprofundar em uma direção. 

Pode ser especialmente útil para criar conteúdo para diferentes públicos, gerando ganchos específicos para cada segmento.

Pipeline com etapas e aprovação

Divida o trabalho em fases e pare para avaliar a cada uma: pesquisa → briefing → estrutura → rascunho → revisão.

Você revisa o que a IA fez em cada etapa antes de deixar ela continuar. 

É uma abordagem inspirada em fluxos de trabalho de “vibe coding”  feita para manter você no controle e evitar que a IA se perca em projetos grandes. 

Cada etapa produz um documento que serve de insumo para a próxima.

Como aplicar vibewriting em legendas?

O vibewriting acelera a criação de legendas, e o motivo é simples: a IA identifica e replica os padrões dos seus conteúdos “campeões”, aqueles posts que tiveram melhor desempenho e engajamento. 

Você ensina para a IA o que já funciona, usando exemplos reais como referência de estilo e estrutura, e elimina o trabalho de tentativa e erro.

Algumas formas de aplicar IA na criação de legendas para posts:

Fluxo de três rodadas

Esse é o ciclo básico do vibewriting para legendas de redes sociais.

  1. Na primeira rodada, você fornece à IA o contexto completo: o que é a postagem, qual é o público, qual o objetivo principal e qual plataforma será usada. Cada plataforma tem características próprias: o Instagram indexa legendas para busca e Google, o TikTok usa a legenda como entrada principal de categorização, e o YouTube Shorts trata o título e os primeiros 125 caracteres como sinais diretos de ranqueamento.
  2. Na segunda rodada, você pede cinco variações de legenda baseadas nesse briefing, garantindo opções diferentes para comparar. 
  3. Na terceira, escolhe a melhor e pede ajustes finos: mudar o tom, encurtar frases, reforçar a chamada para ação ou ajustar o ritmo. 

Esse ciclo é a essência do vibewriting: você não busca o texto perfeito de primeira, mas vai refinando até chegar onde quer.

Use o DNA da marca como referência

Mostre para a IA de três a cinco legendas antigas que tiveram bom desempenho. A ideia é fornecer uma amostra de estilo que ensina à IA o tom, o ritmo e o vocabulário que você deseja no texto final.

Esse método é chamado de “few-shot prompting”: ao dar exemplos concretos, você força a IA a imitar o ritmo e o vocabulário que funcionam para você.

No prompt, especifique também o tom desejado usando adjetivos (por exemplo: “direto”, “engraçado” ou “empático”), liste palavras que não podem aparecer e informe qual ação você quer que as pessoas tomem ao ler a legenda.

A primeira linha da legenda precisa parar o scroll em menos de 0,5 segundos, já que a maioria dos espectadores assiste vídeos sociais sem som. Por isso, o hook deve ser pensado como uma promessa que a legenda vai cumprir .

Critério de parada

A legenda está pronta quando ela soa exatamente como algo que a marca já publicaria.

Não busque a perfeição. A prioridade é chegar em um texto que se encaixa naturalmente no jeito de falar da marca. Se parece que foi escrito por você, e não por uma máquina, está pronto. 

A chamada para ação (CTA) deve ser única por legenda. Pedir para curtir, salvar, compartilhar e seguir ao mesmo tempo dilui o efeito de cada uma.

E evite frases como “comente SIM para o link” ou “marque um amigo”, elas são lidas como engajamento artificial pelas políticas do Meta e TikTok e podem prejudicar o alcance

Como usar vibewriting em roteiro de Reels?

Muita gente acha que usar IA para escrever roteiros significa aceitar textos sem personalidade, com a mesma estrutura superficial e frases prontas que todo mundo usa. Mas não é assim que funciona. 

Copywriters e criadores já estão usando técnicas de vibewriting para criar roteiros originais, que mantêm a voz da marca e performam tão bem quanto os feitos do zero:

Gere ganchos em lote e escolha o melhor

O gancho é o elemento mais importante de um Reel. Os primeiros 3 segundos decidem se alguém vai continuar assistindo ou passar para o próximo vídeo. 

Em vez de tentar criar o gancho perfeito de primeira, peça para a IA gerar de 6 a 10 opções de primeira linha, cada uma com cerca de 3 segundos de duração. 

Use diferentes estilos de gancho: uma pergunta que gere identificação, uma afirmação ousada que quebre expectativas, um número específico que prometa valor, ou uma quebra de padrão que cause curiosidade. 

Escolha a melhor entre as opções e só então peça para a IA desenvolver o roteiro completo a partir daquele gancho. Isso elimina o trabalho de tentar acertar de primeira e garante que você comece com um gancho forte.

Estruture o roteiro em blocos com marcação de tempo

Organize o roteiro com marcações claras de tempo, seguindo a estrutura Hook-Body-CTA. Use blocos como 0-3s para o gancho, 3-15s para o desenvolvimento do conteúdo, e 15-25s para a chamada para ação. 

Dentro do bloco de desenvolvimento, quebre em sub-blocos menores: apresentação do problema, explicação da solução e prova ou resultado. 

A promessa feita no gancho deve ser entregue no desenvolvimento: se o gancho prometeu algo que o vídeo não cumpre, a confiança do espectador é quebrada e os salvamentos e compartilhamentos despencam. 

A estruturação com marcações de tempo torna o roteiro fácil de filmar e editar, porque você sabe exatamente o que precisa em cada momento do vídeo.

Escreva o texto para ser falado com frases curtas

O texto do roteiro deve ser pensado para ser dito em voz alta. Frases longas e complexas não funcionam em vídeos curtos, pois o espectador processa a informação rápido demais para acompanhar. 

Peça para a IA escrever frases de no máximo 12 palavras, com um ritmo rápido e uma nova informação a cada 3 a 5 segundos. 

Se o roteiro for para um Reel que vai usar legendas sobrepostas, o texto precisa funcionar até para quem assiste sem som, já que a maioria dos usuários assiste vídeos sociais sem áudio. 

As legendas na tela devem reforçar a fala, não repeti-la exatamente, e cada corte ou mudança de cena deve acontecer a cada 2 a 3 segundos para manter a atenção.

Faça repurposing reverso com um roteiro campeão

Uma das técnicas mais poderosas do vibewriting é o repurposing reverso. Pegue a transcrição ou o roteiro de um vídeo seu que teve bom desempenho e use como referência para a IA. 

Peça para a IA analisar a estrutura daquele roteiro (o ritmo, os ganchos e como o conteúdo é organizado), onde ficam as chamadas para ação. 

Depois, com base nessa estrutura, peça para a IA gerar cinco roteiros novos, com temas diferentes, mas seguindo o mesmo padrão que funcionou. 

Esse método força a IA a imitar o que já deu certo, em vez de criar algo genérico do zero. 

Como garantir que a IA escreva na voz da marca?

Modelos de linguagem produzem um tom previsível e genérico por padrão. Para uma marca que gastou anos construindo uma identidade própria, isso é um problema.

A consistência da voz da marca pode elevar a receita em até 33% , segundo pesquisas conduzidas pela Lucidpress (agora Marq) em parceria com a Demand Metric.

Existem técnicas para ensinar a IA a falar como você. 

Documente traços, espectro e listas de uso

LLMs não interpretam adjetivos como “profissional” ou “inovador” da mesma forma que humanos, eles precisam de instruções observáveis e executáveis.

Um guia de voz é a ferramenta que resolve isso, e pode ser um documento em formatos variados: um Google Docs, uma página em wiki, um PDF ou até uma apresentação de slides.

O formato importa menos que a utilidade. O guia precisa ser scannable em menos de dois minutos para ser consultado durante a escrita . Deve ser estruturado em três partes

Exemplo de prompt:

“Atue como um consultor de tom de voz de marca. Crie um guia de voz para IA com base no meu briefing. O guia deve ser prático e específico, com elementos que a IA possa aplicar diretamente.

1. Defina de 3 a 5 traços de personalidade no formato “X, mas nunca Y”. Para cada traço, inclua um exemplo de frase que está alinhada e um exemplo que viola o traço.

2. Crie uma matriz de modulação de tom para cada situação e canal. Use um sistema de 1 a 5 para formalidade, humor, energia e irreverência. Inclua exemplos de frases para cada combinação.

3. Liste 10 palavras preferidas e 10 palavras proibidas, com justificativa para cada uma. Inclua também padrões de frase recomendados e proibidos.

Meu briefing: [cole aqui a descrição da sua marca, público, valores e exemplos de conteúdos que representam a voz desejada]”

Ofereça exemplos reais

Adjetivos são vagos demais para treinar IA . A técnica de few-shot prompting (fornecer de 3 a 5 exemplos concretos de conteúdo que representam a voz desejada) é muito mais eficaz.

Os exemplos devem ser seus melhores conteúdos, não os medianos . Inclua amostras de diferentes formatos (post de LinkedIn, legenda de Instagram, e-mail) para que a IA identifique padrões de ritmo, vocabulário e estrutura.

Se possível, mostre também contraexemplos: textos que fogem da voz da marca .

Template de prompt com exemplos da marca:

Escreva uma legenda para Instagram sobre [tema] seguindo a voz da marca. Use os exemplos abaixo como referência de estilo, ritmo e vocabulário:

— EXEMPLO 1 (post que performou bem) —

[cole o texto completo do post]

— EXEMPLO 2 (post que performou bem) —

[cole o texto completo do post]

— EXEMPLO 3 (post que performou bem) —

[cole o texto completo do post]

A legenda deve ter até 150 palavras e seguir o padrão de estrutura e tom dos exemplos.

Avalie a consistência da comunicação

O olho humano sozinho não dá conta de identificar desvios sutis de tom de voz, vocabulário ou estrutura que vão se acumulando ao longo do tempo.

Mas você pode usar a mesma tecnologia generativa como uma ferramenta de auditoria, pedindo que ela compare um rascunho com o guia de voz da marca e sinalize desvios específicos. 

“Realize uma auditoria de consistência editorial do conteúdo abaixo para garantir alinhamento com a voz da marca.

=== CONTEÚDO A AUDITAR ===

[cole o texto a ser avaliado]

=== GUIA DE VOZ DA MARCA ===

[cole ou anexe seu guia de voz com traços, espectro e listas]

=== SOLICITAÇÃO ===

1. Aponte 3 pontos onde o texto está alinhado com a voz da marca.

2. Aponte 3 pontos onde o texto desvia da voz.

3. Para cada desvio, sugira uma reescrita específica.

4. Indique um score de consistência de 0 a 10 e justifique.

Formato de saída: tabela com colunas “Ponto”, “Alinhado/Desvio”, “Sugestão de correção”

Se a IA é treinada para imitar padrões, ela também pode ser usada para identificar quando um texto foge desses padrões. 

Revise e edite a saída da IA

A IA não entrega a voz única que sua marca levou anos para construir, não tem perspectiva própria, vivência de mercado ou o humor peculiar que sua audiência reconhece.

Ou seja, você não pode terceirizar a personalidade para a IA. Use a ferramenta para expandir ideias e acelerar rascunhos, mas a curadoria final é sempre humana.

Revise cada saída e faça ajustes manuais: substitua palavras que soam genéricas, ajuste o ritmo e verifique se a legenda soa como algo que sua marca realmente publicaria. 

Exemplo de prompt:

“Gere cinco variações de legenda para o Reels sobre [tema], usando os exemplos de voz que forneci. Para cada variação, indique:

– Qual traço de personalidade está mais presente

– Qual palavra ou frase pode soar genérica

Após gerar, selecione a melhor e refine ajustando tom, ritmo e CTA conforme meu feedback.”

Onde a IA da mLabs entra nesse fluxo?

A inteligência artificial da mLabs permite gerar legendas customizadas para posts em redes sociais em segundos, com personalização de tom de voz, tamanho e variações por canal.

A mLabs é a maior plataforma de gestão de mídias sociais do Brasil, fundada com o objetivo de integrar e gerenciar múltiplas redes sociais em um só lugar.

A plataforma oferece recursos como agendamento de posts em múltiplos formatos (Reels, Stories, carrosséis e vídeos), relatórios e dashboards de performance, análise de concorrentes no Instagram, fluxo de criação e aprovação de conteúdo, e uma inbox unificada para gerenciar mensagens e comentários.

Na prática, o fluxo para gerar legendas com IA na mLabs funciona assim: faça login e acesse a opção “Agendar Post” dentro do dashboard.

dashboard mLabs

Na tela de agendamento, clique na opção “Criar legenda – IA”:
​

destaque para botão "Criar legenda - IA"

Na janela que abrirá, responda à pergunta sobre a empresa do perfil selecionado para que a inteligência artificial crie legendas ainda mais personalizadas.

Após responder a pergunta, clique em “salvar e continuar”.

campo em branco para escrever segmento e categoria

Nesse passo, você deve optar por criar uma legenda, clique na opção “CRIAR” para avançar:

destaque para opção "Criar"

Na próxima tela, você deve definir para quais canais a legenda será criada, pode escolher quantos canais quiser.

Defina o tom de voz, entre as opções estão: direto, formal, persuasivo, alegre e amigável.

Após a definição do tom, você também pode selecionar o tamanho da legenda. Se ela será: curta, média ou longa.

E por último, chega o momento de descrever sobre o que a legenda vai falar. Nessa etapa, é importante trazer o máximo de detalhes, sendo que a descrição mínima precisa ter 20 caracteres:
​

Espaços para preencher campos para criação de legenda


Ao deixar tudo preenchido, clique em “CRIAR”. Após dar todas as informações, sua legenda será criada.

Importante: Toda solicitação de criação de legenda tem um custo de créditos, não se preocupe, pois você sempre será notificado quando for necessário debitar dos seus créditos.

Destaque para botões "Criar" e "Continuar"

Após confirmar a ação e a com a legenda devidamente criada, você terá duas opções: Aprovar ou Reprovar:

aviso legenda está pronta

Ao escolher aprovar, você poderá adaptar para outros canais ou agendar o post com a legenda.

Se caso não gostar do resultado, clique em reprovar e você poderá solicitar a recriação do copy, dando mais informações sobre para que seja aprimorado.

Qual o limite do conteúdo de IA nas redes?

De um lado, os especialistas incentivam o uso da inteligência artificial para ganhar produtividade e escalar a criação de conteúdo. Do outro, as plataformas começaram a fechar o cerco contra o que chamam de “AI slop”, a enxurrada de textos, imagens e vídeos genéricos produzidos em massa por IA que degrada a experiência do usuário. 

  • O LinkedIn adicionou um botão para denunciar conteúdo como “AI slop” e afirma que já bloqueou bilhões de tentativas de postagens automatizadas;
  • O Snapchat deixou de recomendar vídeos “totalmente gerados por IA” em seu feed principal;
  • YouTube e Substack também atualizaram suas políticas para desincentivar conteúdos repetitivos e sem autenticidade .

As plataformas endurecem as regras para conteúdos com IA, e o público já demonstra cansaço. A pesquisa “Consumo e uso de Inteligência Artificial no Brasil” revelou que 74% dos brasileiros acreditam que a existência de vídeos e áudios falsos, mas que parecem reais, reduz a confiança nas mídias digitais.

Rafael Kiso, CMO e fundador da mLabs, explica na edição 117 do Kiso Insights mais sobre qual é o limite de conteúdo com IA:

“A sede pelo conteúdo autêntico e o movimento de ‘unshittification’ marcam o retorno à simplicidade, originalidade, humanidade e conexões significativas. A autenticidade reside naquilo que a IA (ainda) não consegue replicar. Embora a natureza das mídias sociais tenha se afastado cada vez mais da interação social e se aproximado mais do entretenimento, as pessoas continuam interessadas em ver a criatividade humana.”

Fica claro que vibewriting não é terceirizar a escrita para a IA. É dirigir. Você continua no comando, pois define a direção, ajusta o rumo, decide o que fica e o que corta. 

O fluxo do vibewriting pode ser resumido em cinco etapas:

  1. Rascunho: a IA gera a primeira versão a partir do seu briefing;
  2. Rodadas de refino: você ajusta com comandos diretos como “deixa mais direto”, “corta a introdução” ou “expande este trecho”;
  3. Checagem de fato: você verifica se as informações estão corretas e se o texto comunica o que precisa;
  4. Checagem de voz: você avalia se o texto soa como sua marca. Se não, refina mais;
  5. Agendamento: a legenda ou roteiro está pronto para publicação.

Experimente aplicar o vibewriting nos seus próximos posts com a IA da mLabs, disponível na tela de agendamento para criar legendas customizadas em segundos. Agende, publique 

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